PERSEGUIÇÃO? Ex-presidente Dilma questiona punição do TCU que determina bloqueio de bens

0

A ex-presidenta Dilma Rousseff divulgou, há puco, nota oficial em que estranha a decisão do Tribunal de Contas da União de decretar o bloqueio dos seus bens por conta da compra da Refinaria de Pasadena, pela Petrobras, quando ela era membro de seu Conselho de Administração.

Dilma recorda que, em diversos processos, o TCU “isentou o Conselho de Administração da Petrobras, presidido por Dilma Rousseff, de prejuízo na compra de Pasadena”, a mesma atitude que teve o Ministério Público Federal, ao dizer que “não é possível imputar o cometimento de delitos de nenhuma espécie aos membros do Conselho de Administração” na operação.

Leia a nota de Dilma:

Sobre a decisão do TCU em torno de Pasadena

Em relação ao julgamento de Pasadena pelo TCU a assessoria de imprensa da Presidenta Dilma esclarece:
1. Não há prova alguma de qualquer ilícito praticado pelo Conselho Administrativo da Petrobras. Até porque muitos dos seus integrantes eram empresários do mercado, com experiência em gestão e aquisições. Cabe destacar que nenhum tinha ligação política com o governo.
2. Está claro, pelas próprias atas do Conselho de Administração da Petrobras, que a compra de 50% das ações de Pasadena foi feita com base em avaliações e informações jurídicas e financeiras consideradas íntegras e cabais. Dois anos depois, o Conselho foi informado que tais informações eram parciais e incorretas, transmitidas por diretor hoje condenado por corrupção.
3. O MPF proferiu parecer em 22 de julho de 2014, dizendo: “…não é possível imputar o cometimento de delitos de nenhuma espécie aos membros do Conselho de Administração, mormente quando comprovado que todas as etapas e procedimentos referentes ao perfazimento do negócio foram cumpridas”.
4. O TCU, em diversos julgamentos entre 2014 e 2017, isentou o Conselho de Administração da Petrobras, presidido por Dilma Rousseff, de prejuízo na compra de Pasadena.
5. A presidenta eleita Dilma Rousseff vai apresentar mais uma vez o devido recurso para comprovar que não houve qualquer ato ilegal ou irregular que o Conselho à época tivesse conhecimento.

Click Política com O Tijolaço

você pode gostar também Mais do autor

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.