Ainda há células terroristas ativas no Brasil, diz ONG

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Ao contrário do que afirmou o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, de que o Brasil estava sem foco terrorista após a prisão do grupo ligado ao Estado Islâmico, a ONG Global Intelligence Insight, especializada em monitorar terroristas no mundo, disse que brasileiros continuam em contato com extremistas.

De acordo com o jornal O Globo, que conversou com o fundador da ONG, Vasco da Cruz Amador, ainda há pelo menos quatro brasileiros em contato com extremistas, através de um canal no Telegram, que preparam ataques no país durante os Jogos Olímpicos.




“Posso garantir que é um grupo que transmite informações sobre o Estado Islâmico em geral, produz a disseminação da Jihad e ainda fornece notícias atualizadas do dia a dia deles. Também disponibilizaram salas de bate-papo reservados aos integrantes. Não há dúvidas de que se trata de uma outra célula, pois, mesmo com as prisões ocorridas, eles não se desconectaram”, afirma Vasco ao Globo.

Além do grupo do Telegram chamado Nashir Português, identificado pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Vasco da Cruz mencionou outro canal detectado pela ONG Global Intelligence Insight. O segundo grupo se chama Ansar al Khilafah Brazil.

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