ASSISTA: Desespero de Gilmar Mendes acordou senadores indecisos, “A casa vai cair”; ENTENDA!

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3 Comentários

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  2. Antônio Couto de Andrade Diz

    Sim, pode parecer que estou no mesmo assunto, mas para uma nova situação. Queiram desculpar-me de insisto no mesmo artigo, depois do meu comentário.
    Apreciei devidamente o comentário. A ironia não o compromete. Parabéns. Agora, por favor, perca um pouquinho de tempo para um exame do artigo que se segue. Grado. Couto.
    O EXEMPLO DE EZEQUIAS
    A Couto de Andrade
    Três verdades factuais possibilitam a gente encarar uma superação para a atual situação da crise moral que até agora assola Brasília por falta das luzes que descem do alto do Pai das Luzes (Tiago 1: 17): A crise de morte do Rei Ezequias; Os Cálculos dos Engenheiros da NASA para levar o homem à Lua e, agora, a Medalha de Bronze de nosso remador Esaquias Queiroz e o boxeador Robson Conceição de Jesus.
    Aí estão as imagens fortes do desfile triunfal de Ezequias, empunhando a Bandeira Nacional na Cerimônia Final dos Jogos Olímpicos; O primeiro passo do Homem na Lua e as cenas fortes do final da última prova dele, em que, desesperado, se joga nas águas e depois emerge vitorioso ao saber que conquistara a sua Terceira Medalha, feito inédito.
    São Verdades Factuais, como as denominaria Anna Aredet. Não seria o que a gente pode esperar com a reconciliação Nacional em que as forças que estão se medindo, na busca de valarem-se da fragilidade de nossa moralidade pessoal e pública para tirar vantagem da situação?
    O Rei Ezequias, à beira da morte, pede mais anos de vida e para comprovar que ele o teria, o Relógio do Sol atrasou o Tempo em um quarto de hora; O engenheiro da NASA Horaldo Hill, quando os demais não conseguiam completar o cálculo para a Espaço Nave descer segura em nosso satélite, lembrou-lhes da parada do Sol na batalha de Josué. E mesmo assim, fiou faltando um quarto de hora. Então aquele engenheiro, lembrou-lhes da passagem do Relógio do Sol, e com isto o cálculo ficou completo.
    O fato fundamental até agora não veio à tona. O povo brasileiro, desde 1964, buscou a fórmula para possibilitar a convivência entre “fraternais discordantes”, e a encontrou no Seio Fértil das Urnas, com Eleições Diretas, consagradas pela Constituição Cidadã do Dr. Ulisses Guimarães. E o fato é este: O mesmo Colégio Eleitoral elegeu o Poder Executivo e o Poder Legislativo. Não considerar isto e com isto buscar uma solução honra de superação, é atentar contra o que mais quis o povo brasileiro nestes últimos cinqüentas ano.
    Não seria o momento oportuno para consagrar o SAGRADO resultado das Urnas e aprender de vez que reside aí o único VERO DITO válido para a convivência nacional no seu afã de seu destino histórico?
    Não poderiam os “dois remadores” do Executivo, encontrar a fórmula para conduzirem, juntos, o Barco Nacional até o próximo desfecho das urnas, remando harmoniosamente?
    Afinal um deles consegue harmonizar as relações institucionais e o outro, (a outra) consegue assumir a direção necessária, tanto que o primeiro não discrepou em nada do que já se havia encaminhado ao legislativo, neste mandato transitório. É só fazer as contas e pouso será tranqüilo e comemoração a altura dos destinos históricos do Brasil.
    Autor de Constituinte, Assembléia Permanente do Povo, Cia Nacional 1985, São Paulo. Brasil, O Segredo da Princesa, subtítulo o Fantasma Amarelo e a Rosa Azul (Google). PARLA- MENTARISMO GESTÃO DE QUALIDADE PARA O BRASIL, EGBOOK. Dezembro/2015. Membro do Instituto dos Advogados de Minas Gerais, da Academia de Letras do Triângulo Mineiro. Sede Uberaba,MG e Instituto de Artes e Ciências do Triângulo, com sede em Uberlândia- MG.

  3. Antônio Couto de Andrade Diz

    Apreciei devidamente o comentário. A ironia não o compromete. Parabéns. Agora, por favor, perca um pouquinho de tempo para um exame do artigo que se segue. Grado. Couto.
    O EXEMPLO DE EZEQUIAS
    A Couto de Andrade
    Três verdades factuais possibilitam a gente encarar uma superação para a atual situação da crise moral que até agora assola Brasília por falta das luzes que descem do alto do Pai das Luzes (Tiago 1: 17): A crise de morte do Rei Ezequias; Os Cálculos dos Engenheiros da NASA para levar o homem à Lua e, agora, a Medalha de Bronze de nosso remador Esaquias Queiroz e o boxeador Robson Conceição de Jesus.
    Aí estão as imagens fortes do desfile triunfal de Ezequias, empunhando a Bandeira Nacional na Cerimônia Final dos Jogos Olímpicos; O primeiro passo do Homem na Lua e as cenas fortes do final da última prova dele, em que, desesperado, se joga nas águas e depois emerge vitorioso ao saber que conquistara a sua Terceira Medalha, feito inédito.
    São Verdades Factuais, como as denominaria Anna Aredet. Não seria o que a gente pode esperar com a reconciliação Nacional em que as forças que estão se medindo, na busca de valarem-se da fragilidade de nossa moralidade pessoal e pública para tirar vantagem da situação?
    O Rei Ezequias, à beira da morte, pede mais anos de vida e para comprovar que ele o teria, o Relógio do Sol atrasou o Tempo em um quarto de hora; O engenheiro da NASA Horaldo Hill, quando os demais não conseguiam completar o cálculo para a Espaço Nave descer segura em nosso satélite, lembrou-lhes da parada do Sol na batalha de Josué. E mesmo assim, fiou faltando um quarto de hora. Então aquele engenheiro, lembrou-lhes da passagem do Relógio do Sol, e com isto o cálculo ficou completo.
    O fato fundamental até agora não veio à tona. O povo brasileiro, desde 1964, buscou a fórmula para possibilitar a convivência entre “fraternais discordantes”, e a encontrou no Seio Fértil das Urnas, com Eleições Diretas, consagradas pela Constituição Cidadã do Dr. Ulisses Guimarães. E o fato é este: O mesmo Colégio Eleitoral elegeu o Poder Executivo e o Poder Legislativo. Não considerar isto e com isto buscar uma solução honra de superação, é atentar contra o que mais quis o povo brasileiro nestes últimos cinqüentas ano.
    Não seria o momento oportuno para consagrar o SAGRADO resultado das Urnas e aprender de vez que reside aí o único VERO DITO válido para a convivência nacional no seu afã de seu destino histórico?
    Não poderiam os “dois remadores” do Executivo, encontrar a fórmula para conduzirem, juntos, o Barco Nacional até o próximo desfecho das urnas, remando harmoniosamente?
    Afinal um deles consegue harmonizar as relações institucionais e o outro, (a outra) consegue assumir a direção necessária, tanto que o primeiro não discrepou em nada do que já se havia encaminhado ao legislativo, neste mandato transitório. É só fazer as contas e pouso será tranqüilo e comemoração a altura dos destinos históricos do Brasil.
    Autor de Constituinte, Assembléia Permanente do Povo, Cia Nacional 1985, São Paulo. Brasil, O Segredo da Princesa, subtítulo o Fantasma Amarelo e a Rosa Azul (Google). PARLA- MENTARISMO GESTÃO DE QUALIDADE PARA O BRASIL, EGBOOK. Dezembro/2015. Membro do Instituto dos Advogados de Minas Gerais, da Academia de Letras do Triângulo Mineiro. Sede Uberaba,MG e Instituto de Artes e Ciências do Triângulo, com sede em Uberlândia- MG.

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