Atrás de “pixulecos” Globo humilha Michel Temer; ENTENDA!

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A Globo começou a humilhar Michel Temer há alguns meses, logo após ele ter tomado posse como interino. De início, foram ataques feitos com certa cerimônia mas, aos poucos, o nível desceu até o fundo do poço.

No último domingo, o governo Temer foi agredido com palavrões, do tipo que se dirige a vagabundos, pelo mais bem pago apresentador da emissora, Fausto Silva, falando diante de dezenas de milhões de espectadores. Vejamos um breve histórico desse destrato recorrente.

O primeiro chega prá lá que a Globo deu em Michel, foi em 14 de maio, no editorial A nossa Opinião – A nova pauta-bomba publicado na revista Época. Adjetivos pouco lisonjeiros, como esquizofrênico e patológico, foram dirigidos a ele que queria dar aumento ao STF ao invés priorizar o combate ao déficit fiscal:




A esquizofrenia política brasileira tem uma série de sintomas patológicos. Há uma completa falta de governança entre os Três Poderes – Executivo, Judiciário e Legislativo – no enfrentamento da crise.

Em 04 de agosto, porém, esse tom ainda protocolar foi deixado de lado. A matéria da Globo sobre a estréia de Marcela Temer no ambiente da política, marcou a ruptura. A opção dessa vez foi pela insinuação grotesca, ao modo de intrigas de alcova. Está na imagem, que vale mil palavras, que ilustra esse artigo.

Por fim, no último domingo, 25 de setembro, a Globo mandou descer o cacete e escrachar de vez. O tom é de lupanar ou de botequim pé sujo. Faustão se refere ao governo de Temer como “essa porra de governo”. Seus ministros são alcunhados de “cinco gatos pingados que não entendem porra nenhuma”. Enfim, o desrespeito é total.

Mas o que leva a Globo a agir assim, tão sem cerimônias com Michel Temer? Talvez a lúcida percepção do nível do governo Temer, da história política de seu líder, Moreira Franco, do projeto de angariar 24 bilhões, e dos decretos feitos nas coxas, como essa palhaçada que chamaram de reforma do ensino.

O desprezo da Globo pelo governo Temer é um fenômeno digno de nota. Nunca, nem em sonhos, a empresa ousou dirigir a Lula uma fração dos insultos que reserva para Temer. Mas, ela bem sabe, são governos de estaturas muito diferentes. Agora ela está lidando com a república da escória.

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