CAI A MÁSCARA DO GOLPISTA: Cristovam Buarque é detonado no Senado por colega, ‘A primeira delação foi contra esse rapaz’; ENTENDA!

1 Comentário

  1. Desde as primeiras tentativas de golpe a Presidente Dilma Rousseff que passei a empregar o substativo “Xerife”, nome de filme como por exemplo “Ninho de Cobras”. Nos meus comentários, já no início da tramitação do processo de impeachment, na defesa do advogado Eduardo Cardoso, nas apelações ao STF e no desprezo verificado nas instâncias percorridas, percebi que o país estava sem Xerife. Garantia a todos, que na tentativa de salvar o mandato da Dilma, que no final haveria uma execução sem precisar do Xerife. Estou assistindo entre quatro paredes, longe dos grandes centros os “debates” políticos e já se ouve tiros disparados entre àqueles que deram o golpe nas eleições presidenciais. Para que Xerife numa terra estéril, mesmo com tantas leis, milhares de advogados, delegados, juízes, desembargadores e ministros. Para que Xerife se temos as Forças Armadas, temos Luciano Huck sendo homenageado pelo Exército Brasileiro com a mais elevada distinção honorífica que um cidadão possa a vir ser condecorado? Os linchamentos são naturais, sempre existiram, e deitamos com uma notícia de linchamento e acordamos com outra: o cartucho não detonou e assim sucessivamente, com um novo gatilho.

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