DINHEIRO SUJO: PMDB contribuiu com o enriquecimento de assessor de Temer

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Uma fundação do PMDB repassou, durante o ano de 2015, R$ 240 mil ao agora secretário especial de Comunicação do governo interino de Michel Temer, Márcio Freitas. Ele também recebeu, no mesmo período, um salário como assessor de Temer, enquanto vice-presidente, no valor de R$ 20 mil

De acordo com a coluna Poder da Folha de S. Paulo, os pagamentos mensais foram feitos pela Fundação Ulysses Guimarães à empresa Entretexto Serviços, da qual Freitas é sócio-proprietário. A fundação é comandada pelo diretório nacional do PMDB.

Na época dos repasses, Freitas exercia a chefia da Assessoria de Comunicação Social da Vice-Presidência pelo salário de R$ 11,3 mil. A sua relação financeira com a fundação do PMDB aparece na prestação de contas anual do Fundo Partidário ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

A lei 8.112/90 proíbe o servidor público de “participar de gerência ou administração de sociedade privada”, funções que Freitas disse à Folha não exercer na Entretexto Serviços.

No processo do TSE, o jornalista aparece como responsável por encaminhar notas fiscais e análises para comprovar a prestação dos serviços pagos pelo partido.PMDB contribuiu com o enriquecimento de assessor de Temer

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