GOLPE: Aliança entre Aécio e Cunha custou o emprego de 1,5 milhão de brasileiros gerando revolta; CONFIRA!

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A política do “quanto pior, melhor”, colocada em marcha pela aliança entre o senador Aécio Neves (PSDB-MG), derrotado nas eleições presidenciais de 2014, e o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), viabilizou o impeachment da presidente Dilma Rousseff, mas custou muito caro para a sociedade brasileira.

Dados divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério do Trabalho revelam que foram perdidos 1,5 milhão de empregos com carteira assinada em 2015, primeiro ano do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, que enfrentou um Congresso paralisado pelo agenda do impeachment e das pautas-bomba.

O resultado foi o pior desde 1985. Com isso, o Brasil terminou 2015 com um total de 48,061 milhões de empregos com carteira assinada – abaixo de 2014 e de 2013. O rendimento real (ajustado pela inflação) do trabalhador brasileiro, em média, caiu de R$ 2.725,28, em 2014, para R$ 2.655,60, em 2015. Isso representa uma queda de 2,56% no rendimento.




No início de 2015, um dos líderes do PSDB, o ex-governador Alberto Goldman, indicou o caminho para o “quanto pior, melhor”, ao dizer que o impeachment só viria se houvesse deterioração econômica. “Sobra o caminho legal do impedimento, que só acontecerá se o agravamento das condições econômicas e políticas persistirem a ponto de mobilizar o povo e os partidos para uma solução que, de qualquer forma, ainda que legal e democrática, não deixa de ser traumática”, disse ele.

A recessão econômica do ano passado teve efeitos perversos no mercado de trabalho. Em 2015, o Brasil perdeu 1,51 milhão de postos formais, segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgada hoje (16) pelo Ministério do Trabalho. O resultado é o pior da série histórica, iniciada em 1985.

A retração no mercado de trabalho fez o número de trabalhadores formais (com carteira assinada) cair de 49,6 milhões no fim e 2014 para 48,1 milhões no fim do ano passado. Essa foi a primeira vez desde 1992 em que o país acumulou perdas de empregos no mercado formal de trabalho. Naquele ano, o Brasil tinha eliminado 623 mil vagas.

Divulgada uma vez por ano, a Rais é mais ampla que o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e engloba não apenas os trabalhadores do setor privado, mas trabalhadores temporários e servidores públicos federais, estaduais e municipais. Para medir o desempenho do mercado de trabalho, a Rais contabiliza a diferença entre as contratações e as dispensas.




A perda de empregos formais é a pior da série histórica, iniciada em 1985Arquivo Agência Brasil

As demissões em massa e as contratações por salários mais baixos afetaram os rendimentos médios reais dos trabalhadores, que recuaram 2,56% em 2015 em relação a 2014. Em valores absolutos, a remuneração média individual caiu de R$ 2.725,28 em 2014 para R$ 2.655,60 em 2015.

Na comparação por setores da economia, apenas a agropecuária contratou mais do que demitiu no ano passado, tendo criado 20,9 mil vagas formais. Os demais setores registraram quedas, com destaque para indústria de transformação (-604,1 mil), construção civil (-393 mil) e comércio (-195,5 mil).

Entre as regiões, o Sudeste foi a que mais eliminou postos de trabalho, com 900,3 mil trabalhadores a menos. Em seguida, vêm o Nordeste (-233,6 mil) e o Sul (-217,2 mil). Apenas três estados acumularam aumento no número de empregos formais em 2015: Piauí (3 mil), Acre (2,8 mil) e Roraima (2,2 mil).

Em relação à faixa etária, o desemprego afetou principalmente os jovens. Na faixa de 18 a 24 anos, foram eliminados 673,4 mil postos de trabalho, contra 477,8 mil entre 25 e 29 anos, 233,9 mil de 30 a 39 anos, 172,1 mil de 40 a 49 anos, e 107,7 mil na faixa até 17 anos. Somente a categoria acima de 50 anos registrou ampliação de vagas: 154,4 mil.

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4 Comentários

  1. Aldo Pavão Junior Diz

    Ah, é? Não diga! Então não foi a incompetência e a sanha corruptiva do PT e de sua corja de larápios? Ora, tenha santa paciência, parem de vomitar merda porque nossos ouvidos não são penicos!

  2. Eder Diz

    Tudo para os PTralhas, destruidores da pátria, é golpe. Cambada de bandidos otários. É golpe, é golpe, é golpe. Pqp, até quando vai essa merda?

  3. Juscelino Diz

    MAS SÓ NÃO VIU ISSO, QUEM NÃO QUIS. ESSE AÉCIO E
    É UMA PESSOA DA PIOR EXTIRPE. BANDIDO, INCONSEQUENTE. CHEIRADOR DE PÓ. SÓ PRA REFORÇAR: ” FORA TEMER”

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