Maior ‘caloteiro’ do Brasil é diretor da Fiesp: R$ 6,9 bilhões

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por Carlos Eduardo, editor do Cafezinho

Um dos diretores da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o empresário Laodse de Abreu Duarte, é o maior devedor da União entre as pessoas físicas. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (18) pelo Estadão.

O mais impressionante, contudo, é que Laodse de Abreu Duarte deve individualmente R$ 6,9 bilhões, valor que supera as dívidas dos governos da Bahia, de Pernambuco e outros 16 estados brasileiros.




Segundo os dados obtidos pelo jornal, o rombo com o governo federal já ultrapassa R$ 1 trilhão em dívidas. E os principais responsáveis são os grandes devedores, que respondem por R$ 812 bilhões desse montante.

‘Ou seja: o débito dos maiores devedores brasileiros representa cinco vezes o buraco total no Orçamento federal previsto para este ano’, diz a matéria.

Com todo esse dinheiro seria possível cobrir o atual déficit e realizar o ajuste fiscal sem reduzir os investimentos em infraestrutura e sem cortar direitos trabalhistas e gastos em programas sociais, saúde e educação. Dinheiro não falta, o que falta é punir os super ricos que se recusam a pagar impostos e estão em dívida com o país.

Abaixo matéria do Brasil Post.

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Quem vai pagar o pato? Com dívida de R$ 6,9 bilhões, maior ‘caloteiro’ do Brasil é diretor da Fiesp
no Brasil Post




Um dos diretores da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) é o maior devedor da União entre as pessoas físicas.

E mais: segundo o jornal o Estado de S. Paulo, o empresário Laodse de Abreu Duarte deve individualmente R$ 6,9 bilhões, valor que supera as dívidas dos governos da Bahia, de Pernambuco e outros 16 estados brasileiros.

Segundo o levantamento do jornal, o rombo criado por pessoas e empresas com o governo federal já ultrapassa R$ 1 trilhão. E a grande parte desse montante – R$ 812 bilhões – são frutos de devedores grandes, com dívidas superiores a R$ 15 milhões. Ou seja: o débito dos maiores devedores brasileiros representa cinco vezes o buraco total no Orçamento federal previsto para este ano.

Procurado pelo Estadão, o diretor da Fiesp disse que sua condenação por crime contra a ordem tributária ainda não foi julgada em segunda instância, “o que torna precipitado qualquer conclusão ou juízo” e negou qualquer tipo de ligação com os casos do mensalão e do Banestado. A Fiesp não se pronunciou.

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2 Comentários

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