PERSEGUIÇÃO: Presidente da AL-PB denuncia ‘manobra macabra’ de Temer para prejudicar Governador da Paraíba por conta de apoio a Lula

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O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, deputado Gervásio Maia lamentou a retirada da Cagepa do Comitê de Gerenciamento das Águas do Rio São Francisco. a Comissão de Fiscalização e Controle da Câmara Federal já aprovou o projeto de Lei de iniciativa do Executivo Federal, retirando o controle e manuseio da Bacia do Rio Paraíba da gestão da Cagepa. Essa gestão passará para a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba).A determinação vem justamente após o governador Ricardo Coutinho declarar que não irá privatizar a empresa responsável pelo abastecimento de água da Paraíba.

A não privatização da Cagepa pelo governador Ricardo Coutinho, contrariando determinação do presidente da República Michel Temer, motivou a especulação de que a decisão de RC pode vir a acarretar em alguns “prejuízos” para o estado em relação ao Governo Federal. Para o presidente da ALPB, o governador Ricardo Coutinho tem plena consciência do que vem acontecendo à Paraíba e o que pode acontecer no que diz respeito a iniciativas adotadas pelo Planalto.

“O governador tem o couro grosso. Ele tem experiência suficiente de vida pra saber a forma como o estado da Paraíba vem sendo tratado pelo Governo Federal. Todo mundo lembra que após a posse do presidente Michel Temer e a visita do ministro [das Cidades Bruno Araújo] do PSDB ao São João de Campina Grande, os recursos foram estornados das contas do estado”, declarou Gervásio recordando o bloqueio do repasse de recursos do Governo Federal à Paraíba destinados à construção do viaduto do Geisel.

O presidente declarou que é necessário que haja união dos políticos em prol do povo da Paraíba e fez um apelo para que os demais gestores sigam o exemplo do governador Ricardo Coutinho que consegue unir prefeitos aliados e opositores com o objetivo de melhorar a vida da população paraibana. “Essa é a política que todos querem. Essa é a política que os paraibanos desejam e não a política do boicote, a política da intimidação. Não pode ser dessa forma. Esse passado não pertence mais a Paraíba”, concluiu.

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