PF NÃO TEM DÚVIDAS: Mensagens e provas apontam que Cunha e Geddel estavam metidos até a “goela” em falcatruas da Caixa; CONFIRA!

1

Mensagens apreendidas no celular do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso na Operação Lava Jato, trazem indícios de que sua suposta atuação para liberar créditos da Caixa em troca de propina não se restringia ao fundo de investimento do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e contava com a participação do ex-ministro Geddel Vieira Lima.

Cunha é réu em ação que investiga o esquema, que, segundo a acusação, também tinha o envolvimento de Lúcio Bolonha Funaro, operador do mercado financeiro. A investigação leva em conta a delação premiada do ex-vice-presidente da Caixa Fabio Cleto, segundo o qual Cunha embolsou 80% dos recursos desviados.

Em 15 de dezembro de 2015, na Operação Catilinárias, a Polícia Federal realizou buscas na casa do pemedebista e apreendeu o telefone no qual estavam armazenadas mensagens —algumas delas trocadas com Geddel, ex-ministro-chefe da Secretaria de Governo e um dos principais aliados do presidente Michel Temer.

Foram esses diálogos que basearam a Operação Cui Bono? (“A quem beneficia?”, em latim), deflagrada nesta sexta (13).

De acordo com a PF, nesse celular “consta grande quantidade de mensagens que evidenciaram que a atuação ilícita do ex-deputado Eduardo Cunha não se restringia tão somente à Vice-Presidência de Fundos e Loterias, comandada por Fábio Cleto, mas também se estendia à Vice-Presidência de Pessoas Jurídicas da Caixa Econômica Federal, à época comandada […] por Geddel Quadros Vieira Lima”.

Em uma das conversas, ao falar do andamento do pedido de recursos para uma empresa, Geddel diz que a situação está resolvida e afirma a Cunha: “Você tá pensando que eu sou esses ministros que você indicou?”.

Em seu relatório, a PF também reproduz mensagens entre Funaro e Cleto que também apontariam a atuação de Cunha e de Geddel no suposto esquema.

Nos diálogos, são citados empresas e dirigentes de empresas dos ramos de alimentos (como Seara, Marfrig e J&F) e de concessionárias de administração de rodovias (como a BRVias). Com informações da Folhapress.

você pode gostar também Mais do autor

1 comentário

  1. Joas LUIZ DIAS Diz

    quem somos nos diante desses bandidos ….de gratas ….uma sociedade brasil suja e sem recuperaçao, voce imagina quem vive no suborbio que pega o trem todos os dias ………nos somos pretos pardos a mior parte …até quando vomos viver de esmolas desse governo corrupto…..uma coisa é certa e com muita certerza …vomos patecer de fome ….e mais adiante sera de fome .

Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.