PROVAS NÃO FALTAM: Mais um delator confirma propina a Temer no TSE

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O diretor de relações institucionais do Grupo Odebrecht no Congresso, Claudio Melo Filho, detalhou em seu depoimento ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como foi o encontro com o presidente Michel Temer (PMDB) – na época, vice da presidente Dilma Rousseff (PT) – em 2014 em que foi acertada a contribuição de R$ 10 milhões ao partido, a maior parte para o candidato a governador de São Paulo, Paulo Skaf – presidente da Federação das Industrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

“Os dois, tanto o sr Eliseu Padilha quanto o sr. Michel Temer falaram da dificuldade do processo eleitoral de 2014, da… da…, que estava crescendo a oposição etc e tal, coisas desse tipo. Em determinado momento, o sr Michel Temer fez uma solicitação ao Marcelo para que a Odebrecht ajudasse as campanhas do PMDB no ano de 2014.”

“Lobista” que defende os interesses da Odebrecht no Congresso desde 2004, e representa o grupo em entidades de categoria, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), Melo Filho foi ouvido no dia 6 de março pelo ministro Herman Benjamin, relator da ação contra a chapa presidencial Dilma, presidente, Temer, vice, de 2014.

“”Ele (Marcelo Odebrecht) tentou que fosse canalizado integralmente para a campanha do sr Paulo Skaf. Houve uma reação do outro lado”, explicou Melo.

Estadão

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