RODRIGO JANOT: Perseguidor implacável de Lula, Dilma e PT; ENTENDA!

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Alguns lulistas comentaram em Brasília nesse sábado (16), que o Procurador Geral da República se comportou durante toda sua gestão à frente da PGR nos últimos quatro anos, como um inimigo implacável do esquema petista.




O que se comenta é que, Rodrigo Janot, foi uma das ações mais equivocadas do governo Dilma Rousseff, pois mesmo tendo sido nomeado no governo da ex-presidenta, sempre se comportou com indiferença e desprezo em relação às ações governamentais.




Se Dilma tivesse ouvido a cúpula petista, não teria dado espaço a Rodrigo Janot, pela segunda vez, até porque ele foi grosso e demonstrava claramente não gostar da maneira como Dilma, Lula e o PT faziam política, ou seja, ele era extremamente contra a linha social adotada pelo esquema governista na época.

Os lulistas classificaram Janot de fraco, arrogante, prepotente, frio e calculista. O até então Procurador Geral, foi capaz de no final de sua primeira gestão na PGR, demonstrar frieza, quando conduziu o processo e bem como, afrouxando um pouco a sua linha contrária ao governo. Janot sabia que o comportamento dos governos petistas, era de adotar sempre a indicação do procurador Geral da República, respeitando o processo democrático de indicar o mais votado entre os integrantes da instituição.

Depois se tornara o mais votado, Dilma mesmo alertada pelo PT e partidos aliados, sobre o risco de indicar o mesmo mais uma vez para o cargo, não se incomodou e resolveu proceder da maneira em que os governos petistas praticavam.

Não deu outra, Rodrigo Janot, lançou mão de denúncias contra setores do governo, especialmente em cima do processo da Lava Jato, onde começou a colocar em xeque a seriedade do governo da presidenta Dilma Rousseff e passou a engrossar as fileiras do golpismo, demonstrando de maneira escancarada a falta de atenção, zelo e cautela nas decisões governamentais.

No processo de uma política feita pelos adversários de Dilma, na tentativa de desgastar o governo tão somente, porque haviam perdido as eleições e queriam o país para servir à “casa grande”. Janot resolveu viajar para o exterior na busca por provas para empurrar a onda de protestos, insultos e denuncismo em cima de uma presidenta eleita por 54 milhões de votos.

Quem não lembra do disparate engendrado pelo procurador, quando através da imprensa brasileira, disse no exterior, que não devia nada ao governo do PT, pois havia chegado onde chegou por competência e por concurso público, tentando certamente confundir os brasileiros, esquecendo-se de que foi indicado e nomeado por Dilma Rousseff.

Depois dessas declarações, os lulistas não tiveram qualquer dúvida de que o PGR, estava disposto a jogar contra o governo de maneira escancarada, pois de forma indireta isso já era visível.

Rodrigo Janot voltou ao Brasil com uma série de denúncias não apuradas e nem comprovadas, mas na onda do denuncismo e achismo tendo como o alvo principal o lulismo.

A realidade é que para o golpe, o que importava era o processo ilegítimo e criminoso, arrancando das mãos do povo, para a “casa grande” das elites. As ações de Janot foram decisivas, pois com os espaços da mídia golpista, confundiam escândalos da Petrobras com denúncias mentirosas de atos ilícitos praticados pelo governo.

Como se não bastasse, mesmo agora depois de um problema pessoal e quando o procurador geral da República resolveu se utilizar da instituição para atirar no governo Temer, com isso foi contrariado certamente nos seus propósitos, daí resolveu fechar a semana de denúncia ao apagar das luzes de sua gestão, denunciando Lula, Dilma e a cúpula petista.

Pergunto aos lulistas e petistas que vez por outra, acreditavam no Janot, o justiceiro que jogava duro contra o golpista Temer, quem ele indiretamente ajudou a alçar ao cargo de presidente: Nobres companheiros, vocês acreditam agora?

Lula, Dilma e o PT comentam por aí que se livraram agora de um perseguidor implacável do esquema e de um elitista convicto!

Click Política
Matéria do Jornalista Gil Silva

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