Sem Geddel, Temer ainda não teve como escolher substituto

Desde a renúncia do ex-ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, em 25 de novembro do ano passado, o presidente Michel Temer e o chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, assumiram interinamente a função. As informações foram publicadas pelo G1.

Temer e Padilha, já experientes em atividades que exigiam habilidade na articulação política, intensificaram o relacionamento com os parlamentares nos últimos meses.

Mesmo durante o recesso, diversos parlamentares procuram o Planalto para negociar liberação de emendas, apoio nas eleições internas da Câmara e do Senado, criação de ministério e nomeações.

Segundo a matéria, as atividades administrativas da pasta ficaram sob a responsabilidade da secretária-executiva do órgão, Ivani dos Santos, que trabalhava diretamente com Geddel.

O nome mais cotado para assumir a Secretaria de Governo é do deputado Antonio Imbassahy (PSDB-BA), que foi presidente da bancada tucana na Câmara em 2016. Ele deve ser nomeado após a eleição da Câmara, marcada para o dia 2 de fevereiro.

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