Rocha Loures pede ao STF para acessar dados sigilosos de inquérito que investiga decreto de Temer; SAIBA!

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defesa de Rodrigo Rocha Loures (MDB-PR) pediu nesta quarta-feira (2) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ter acesso a dados sigilos do inquérito que apura o decreto editado pelo presidente Michel Temer sobre o setor de portos.

Ex-deputado e ex-assessor especial de Temer, Rocha Loures é um dos alvos do inquérito e quer que o ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso, o autorize a acessar informações de conversas dele entregues pela Presidência da República à Polícia Federal.

O inquérito foi aberto para apurar se Temer editou um decreto no ano passado para beneficiar empresas do setor portuário em troca de propina, o que o presidente nega.

No mês passado, amigos do presidente chegaram a ser presos pela PF no âmbito dessas investigações, na Operação Skala.

Além disso, na semana passada, a Polícia Federal pediu mais 60 dias de prazo para concluir a investigação, e o ministro Barroso pediu parecer da Procuradoria Geral da República antes de decidir.

Rocha Loures
Rocha Loures chegou a ser investigado junto com Temer porque foi flagrado recebendo uma mala com R$ 500 mil de um executivo da J&F – segundo a apuração, os valores seriam para o presidente.

Mas os indícios contra o ex-deputado foram remetidos para a primeira instância porque ele não tem direito ao chamado Foro Privilegiado.

Réu em uma ação penal, Rocha Loures já pediu para ser absolvido e não sabia que havia dinheiro na mala.

No documento enviado ao STF nesta quarta, a defesa diz que tomou conhecimento por meio do Blog da Andréia Sadi de um documento entregue pela Presidência à PF, com dados de sigilo telemático de Rocha Loures.

Diante disso, a defesa recorreu à própria PF e recebeu um arquivo, mas não conseguiu abrir porque estava criptografado e exigia uma senha. O delegado do caso, porém, informou que avaliaria os dados antes e somente quando elaborasse o relatório final das investigações permitiria o acesso da defesa às informações.

Portal Click Política com o G1.

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