ROUBALHEIRA NO MP: Mais um Procurador é investigado de corrupção; SAIBA!

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Do Jota:

O procurador-geral de Justiça do Tocantins, Clenan Renault Pereira, será investigado por suspeitas de fraude em licitações, corrupção e lavagem de dinheiro. A decisão de abrir um inquérito para investigar uma “possível atuação criminosa” é do ministro Mauro Campbell Marques, do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Ao todo, o ministro determinou a abertura de sete inquéritos, solicitados pelo Ministério Público Federal (MPF), por suspeitas relacionadas à Operação Ápia. Junto com Renaut, serão investigados o governador cassado de Tocantins Marcelo Miranda, o seu secretário de Infraestrutura Sérgio Leão e o filho do procurador-geral Renan Pereira, por fraude em licitações, corrupção e lavagem de capitais, na Operação Convergência, uma das fases da Ápia.

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Deflagrada em agosto do ano passado, a Convergência apurou supostos pagamentos indevidos em obras de Infraestrutura no estado do Tocantins. As suspeitas são de que obras de terraplanagem e pavimentação asfáltica realizadas em Tocantins custaram cerca de R$ 850 milhões, e, possivelmente, geraram créditos indevidos a empresários.

Pela decisão de Campbell, a instauração do inquérito deve ser imediata, como foi solicitado pelo Ministério Público Federal (MPF). “Defiro a imediata instauração dos novos inquéritos, na forma em que foi requerida pelo Ministério Público Federal e exposta na presente decisão”, afirmou.

Em nota, a assessoria de imprensa do MP de Tocantins afirmou que os fatos apurados pela Operação Convergência sobre Clenan Renaut foram objeto de investigação por parte da Corregedoria Nacional do Ministério Público (CNMP), que arquivou o procedimento por não haver indícios de ilícito penal ou administrativo.

Ainda segundo a nota, Renaut não possui relação com licitações, “até porque foram realizadas ainda no ano de 2013 pelo Poder Executivo do Estado do Tocantins, período em que não ocupava o cargo de PGJ. Dessa forma, não há que se falar em atribuição de qualquer tipo de crime contra a administração pública, conforme apuração do órgão censor”.

E, por fim, afirma que o relacionamento entre Renaut e o governador do Estado do Tocantins “restringiu-se ao estrito cumprimento do dever institucional, ou seja, na defesa dos interesses do Ministério Público do Estado”. (…)

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