Cármen Lúcia se ofende com Gilmar e “faz defesa débil” a sua casta, “sou fã do juiz brasileiro”

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Por Kiko Nogueira do DCM:
Gilmar Mendes detonou os privilégios da casta do Judiciário em seu voto no julgamento do foro privilegiado no STF.
Dedicou boa parte de seu par de horas de explanação às mamatas do pessoal.




Segundo GM, os custos desses intocáveis no Brasil são absurdos. “Gasta-se mais que a Alemanha para ter a Justiça de Bangladesh”, falou.
“Privilegia-se disputa de salário de juízes e não se cuida da estrutura básica. Noventa por cento dos gastos do Judiciário é com salário de pessoal”, prosseguiu.




“Quem já teve oportunidade de administrar um boteco, por exemplo, sabe que é impossível as coisas funcionarem dando 60 dias de férias”.
Alegou que pode falar do excesso de folgas da magistratura com autoridade, uma vez que os ministros do Supremo não têm essa facilidade devido ao alto número de processos em cada gabinete.

“Não é proibido enganar o povo. Mas é cruel enganar o povo. Aqui estamos vendendo uma ilusão. O fim do foro não é a solução. Não mesmo”, declarou.

Após um aparte desastrado de Alexandre de Moraes, uma das cabeças mais brilhantes de sua geração, em defesa dos juízes, a presidente da corte apresentou seu show de platitudes.

A cada aparição pública de Carminha, tem-se a sensação de se estar diante de uma mistura de Marina Silva com Roberto Carlos na fase em que dialogava com samambaias.

Em meio a uma conversa corporativista confusa, piegas e descontínua, Cármen engatou na elegia de sua classe.

“Eu sou fã do juiz brasileiro”, diz Cármen Lúcia. “O juiz brasileiro me emociona muitas vezes”.

São 18 mil guerreiros, contou ela, apelando para a união da galera.

“Nós juntos seremos capazes de fazer muito mais”.

Sabe Deus o que mais eles podem fazer.

Sangue de Jesus tem poder, como lembra meu querido amigo que não desiste nunca Tiago Tadeu.

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