ARMAÇÃO? Fachin manda ação contra juíza Lebbos ao plenário do STF, onde ele tem mais chance de derrotar Lula

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DO DCM:

O ministro Édson Fachin ignorou mais uma vez a segunda turma do STF ao enviar para o plenário a ação movida pela mesa da Câmara dos Deputados contra a juíza Carolina Lebbos por ter barrado a entrada de deputados federais na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde fariam uma vistoria nas condições da prisão do ex-presidente.

Carolina Lebbos desempenhava, na ocasião, as funções de carcereira de fato, e alegou que era desnecessária a vistoria. A Câmara, para fazer valer prerrogativa de ter acesso a quaisquer instalações pública, recorreu ao STF. Fachin poderia decidir monocraticamente. Em vez disso, solicitou informações à juíza e remeteu o caso ao plenário, como já havia feito no caso do HC de Lula.

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Há juristas que entendem que o juízo natural seria a segunda turma. Porém, na segunda turma, Fachin é voto vencido em muitos processos que envolvem a garantia de direitos e, como parece não querer “perder” uma causa só contra Lula, recorre ao STF, onde suas chances de derrotar o ex-presidente são maiores.

Difícil entender Fachin e a alegria que ele parece demonstrar quando vence Lula. No caso do HC, não escondeu o sorriso de alegria quando a vacilante Rosa Weber o acompanhou.

Por que Fachin age assim? Seria ódio por Lula não o ter nomeado antes para a corte suprema? Ou haveria uma pressão maior de forças interessadas em perseguir Lula?

Fachin teve uma destacada atuação como advogado, manteve contrato milionário com Itaipu e sua mulher é desembargadora no Tribunal de Justiça do Paraná, onde a filha atua como advogada. São fatos normais da vida profissional do advogado, e Fachin não deve ter deixado o rabo preso em nenhum desses lugares.

Por isso, mais difícil entender por que Fachin, no caso de Lula, se tornou um juiz tão parcial quanto Sergio Moro.

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