SÓ O QUE FALTAVA: Amigo de Moro, Bretas agora quer prender advogados do Lula

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Do Metrópoles – Uma nova investigação foi instaurada pela força-tarefa da Lava Jato para apurar o repasse de quase R$ 165 milhões feitos pela Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), durante a gestão de Orlando Diniz, para grandes escritórios de advocacia. O inquérito corre no âmbito da Operação Jabuti. A informação é do site O Antagonista.

Como apurado nas investigações anteriores, o dinheiro foi transferido dos cofres do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (Senac).

De acordo com a força-tarefa, a maior parte dos recursos – cerca de R$ 68 milhões – foi parar na conta do escritório de Roberto Teixeira e Cristiano Zanin, advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ligados a pessoas de confiança do ex-governador do Rio Sérgio Cabral.

Segundo a reportagem, aproximadamente R$ 25 milhões foram desviados para o escritório de Eduardo Martins, filho do vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins. Tiago Cedraz, filho do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Aroldo Cedraz, teria recebido outros R$ 12,8 milhões, enquanto Adriana Ancelmo, mulher de Sérgio Cabral, supostamente embolsou R$ 20 milhões. Um levantamento inicial apontava para repasses superiores a R$ 180 milhões, mas há a suspeita de que o volume desviado possa ser ainda maior.

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