ESCULHAMBAÇÃO! Casta da Justiça arromba os cofres de 13 estados; CONFIRA!

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André Barrocal, na Carta Capital, relembra que o Brasil tem a Justiça mais cara do Planeta Terra.

Os marajás – são 18 mil togados no Brasil miserável, segundo a ONU – recebem na média R$ 47 mil mensais, R$ 4,3 mil mensais de auxílio-moradia, mesmo se tiverem moradia própria – como o Dr. Bretas, que tem um apartamentaço em frente ao Pão de Açúcar e a filhinha do Ministro Moradia Fux, que tem dois apartamentinhos no miserável bairro do Leblon, no Rio.

A casta da Justissa tem 60 dias de férias por ano e seus feriados exclusivos, como a Quinta-Feira Santa!

Um colosso!

Como disse o ex-ministro Eugênio Aragão, é preciso dar um tranco nessa Justissa!

Além disso, a casta vai arrombar os cofres de trezes estados brasileiros!

Folha de pagamento da Justiça e do MP está quase no teto em 13 Estados

Metade dos 26 Estados ultrapassou pelo menos o limite de alerta estipulado pela legislação fiscal para a despesa de pessoal do Ministério Público (MP) ou do Judiciário ao fim do primeiro quadrimestre do ano. Se a elevação dos subsídios dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) for validada, haverá reajuste automático nos salários de magistrados das Justiças Estaduais e de procuradores dos MPs estaduais, o que deve agravar o quadro atual, segundo analistas.

A pressão por um reajuste é grande. A Associação Nacional dos Magistrados Estaduais (Anamages) ajuizou no STF no mês passado ação direta de inconstitucionalidade por omissão, alegando que a Presidência da República não implementou a revisão anual dos subsídios dos ministros do STF e que o Congresso não votou projetos de lei anteriores para reajuste dos magistrados da corte.

Como os salários dos 14 mil juízes e desembargadores estaduais do país são atrelados aos recebimentos dos ministros do STF, a entidade resolveu garantir na mais alta corte do país o reajuste anual. “Isso está estabelecido na Constituição Federal”, diz o presidente da Anamages, Magid Nauef Láuan.

Segundos os relatórios divulgados pelo Tesouro, sete Estados ultrapassaram pelo menos o limite de alerta para as despesas de pessoal do Judiciário: Bahia, Espírito Sаnto, Paraíba, Rondônia, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins. Outros seis Estados, além de Tocantins, romperam pelo menos o limite de alerta para despesa de pessoal do Ministério Público. São eles Amapá, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Rio Grande do Norte e Roraima. (…)

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