O POVO QUER! “Essa crise só acaba quando o Lula subir a rampa”, diz Haddad

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DO SITE CONVERSA AFIADA:

O voto da ONU encurralou a Justissa mais cara do Planeta Terra, essa que vai arrombar o cofre de 13 estados brasileiros.

O STF do ministro que mais parece um operário padrão da Globo está como nessa charge magnífica do Bessinha: emparedada, perdida num labirinto.

Ele, Barroso, relator, terá que impedir Lula de ser candidato e, com isso, se desmoralizará nos 192 países membros da ONU!

E Barroso não poderá mais exibir, nas tertúlias de estudantes brasileiros de Harvard, a fúria da sua “Revolução Judiciarista”, uma faxina da vida pública com a vassoura do udenismo reempacotado.

A expressão “Revolução Judiciarista” aplicada ao Barroso é de Christian Edward Cyril Lynch, colega de Barroso na UERJ e cientista político (cito a partir de excelente reportagem de André Barrocal na Carta Capital, “Senhora cega (a Justissa) em tiroteio”.)

Quem entrará para História Universal da Infâmia como o Juiz brasileiro que não deixou Lula ser candidato e, portanto, lançou o Brasil na cloaca dos “países párias”, como lembrou o grande chanceler Celso Amorim?

Barroso é forte candidato, assim como foi, no TSE, o Ministro Luiz Moradia Fux.

O voto da ONU também emparedou os adversários de Fernando Haddad, num suposto programa de entrevistas na Bandeirantes, um Canal supostamente Livre.

Nesse domingo 19 de agosto, Haddad triturou os adversários revestidos no verniz de entrevistadores.

(Com exceção do Boechat, o único ali que sabe fazer perguntas…)

Haddad lembrou que o Congresso Nacional, de forma soberana, decidiu acatar as decisões da ONU e transformá-las, portanto, em leis brasileiras.

Não se trata de uma “recomendação”, como dizem os ligeirinhos trombones da GloboMews.

Assim, para Haddad, o TSE e o STF terão que se submeter à decisão da ONU.

E permitir que Lula seja candidato.

Bem que o Boechat tentou extrair de Haddad o compromisso de que, se eleito, indultará Lula.

(Veja que, em entrevista à TV Afiada, Jandira Feghali acha que Haddad terá que fazer isso.)

Haddad livrou-se da armadilha e não tratou de sua própria candidatura, mas da de Lula: “não quero ser indultado, mas inocentado”, disse Lula a Haddad.

“A crise só termina quando Lula subir a rampa” do Palácio do Planalto, disse Haddad, de forma incisiva, para desespero dos supostos entrevistadores (com exceção ao Boechat…)

Aos 25’ do suposto programa jornalístico, pronunciou-se, enfim, a Mônica Bergamo que bem ilustra esse jornalismo de armadilha (contra o PT).

(Como se sabe, ela é um poodle com tucanos e um canhão contra petistas.)

A certa altura, sobre o indulto, Bergamo, de forma quase ininteligível e num tom cinzento e um ar de Scarpia, da “Tosca” (que ela não sabe quem é…), confidenciou, como numa conversa em banheiro de mulheres:

– É, mas muita gente no PT pensa isso.

Bingo!

Como se sabe, ele é especialista nessa categoria extraterrena de “gente do PT”, sem identificar essa gentalha.

“Gente do PT” pode ser o cozinheiro da marmita do ciclista que cruzou com o Haddad na Avenida Paulista…

Fora das trevas, ela não sabe formular uma pergunta.

Como o Fernando Mitre, diretor de debates, que franze o senho (contra petistas) e se limita a emitir informações correntes, do conhecimento da Tia Zulmira.

E tem um Oinegue, colonista da Globo Overseas empresa que tem sede na Holanda para lavar dinheiro e subornar agentes da FIFA com objetivo de ter a exclusividade para transmitir os jogos da seleção), cujas perguntas têm a finalidade de mostrar que o jênio é ele e não o entrevistado.

Assim, todas as contas feitas, Haddad entupiu a Band.

Que só ainda está no ar porque o Valdir Macedo não quer comprá-la…

(Valdir Macedo, como se sabe, é precioso informante – identificado – do ansioso blogueiro.)

PHA

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