Promotor do caso Haddad já foi investigado por fraude em licença remunerada

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O promotor Marcelo Mendroni – que denunciou Fernando Haddad – já foi investigado por irregularidades em licença remunerada. Mendroni pediu seis meses de licença remunerada para fazer um curso na Itália e teve seu pedido aprovado Pelo Conselho Superior do Ministério Público. Quando chegou à Itália, no entanto, Mendroni desistiu de se matricular no curso. A desistência não foi informada e o promotor continuou recebendo seu salário de R$ 22 mil.

Reportagem do DCM revela o histórico de Mendroni de perseguição a Fernando Haddad e destaca a ‘idade’ da denúncia, bem como a ausência de evidências na delação de Ricardo Pessoa: “um pedido de R$ 2,6 milhões a Ricardo Pessoa, dono da UTC, para pagamento de dívidas de campanha, teria sido feito em 2012 por intermédio do então tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto. Mendroni, autor da denúncia, afirma que Vaccari ‘representava e falava em nome de Fernando Haddad’. A delação de Pessoa é de 2015. Não existe nenhuma evidência, mas e daí?”

Kiko Nogueira, editor do DCM, acrescenta: “para além do timing, há a tibieza da peça (deslindada por Fernando Brito no Tijolaço —“um primor, um mau panfleto de campanha eleitoral”).”

E prossegue: “Mendroni gosta dos holofotes e é dado a arroubos retóricos no estilo de Dallagnol e seus mosqueteiros. Em julho, causou mal estar num daqueles fóruns do Estadão após um solo demagógico, ladeado por Sergio Moro e pelo criminalista Antonio Cláudio Mariz de Oliveira.”

CLICK POLÍTICA com informações de brasil247

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