NEGOCIATA? Bolsonaro busca acordo com Amoêdo no segundo turno e oferecerá ministério ao candidato

Do Correio Braziliense

Internado desde o último 6 de setembro após levar uma facada durante um comício em Minas Gerais, Jair Bolsonaro (PSL) tem se mantido afastado das estratégias de campanha para a candidatura à Presidência da República. Na reta final da disputa, um dos filhos do postulante, Carlos Bolsonaro, é quem participa de reuniões com autoridades e especialistas. Entre as novas medidas a serem adotadas ainda para o primeiro turno, como em uma fase pós-ataque, está a consolidação de uma base de centro-direita dentro do PSL.

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Com a certeza de que chegará ao segundo turno, o partido de Bolsonaro já mantém conversas avançadas com o também candidato João Amoêdo, do Novo. Como ele não consegue avançar entre o eleitorado, Bolsonaro acredita que poderá fechar um acordo com o Novo para a segunda fase do pleito. Se a aliança for firmada, o empresário ganhará a pasta do Planejamento ou da Transparência em um eventual governo. Segundo uma pessoa próxima da campanha de Bolsonaro, há a especulação de que o cargo escolhido deverá fazer jus ao discurso do Novo contra a corrupção e os privilégios de servidores.

A especulação do PSL é de que Fernando Haddad (PT) disputará a segunda fase da eleição com o capitão reformado do Exército. É previsto o apoio das demais siglas ao postulante petista, com exceção do partido de Moisés Jardim e do Democratas. A conversa com essas legendas de centro ajudaria tornar a imagem de Bolsonaro mais “branda” junto aos agentes econômicos e afastaria a alusão ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como tem sido conhecido pela mídia estrangeira de “Trump Brasileiro”.

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