Haddad: bolsonaristas são “como uma febre alta”, que vai passar

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Em um encontro com artistas na casa da figurinista Regina Boni, em Higienópolis, o candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, afirmou que a onda conservadora em torno de seu oponente, Jair Bolsonaro (PSL), é como uma “febre alta” em um organismo, que vai passar.

“Nós vamos olhar para trás e, ao invés de acusar aqueles que querem votar no Bolsonaro, vamos compreender que é uma parte de um sentimento que se expressou dessa maneira, como uma febre alta, mas que foi importante em determinado momento para a gente pensar que tem uma coisa errad com esse organismo aqui e vamos cuidar dele porque é muito importante para nós”, disse Haddar, segundo reportagem de Thais Bilenky e Mario Cesar Carvalho, na Folha de S. Paulo, nesta quinta-feira (27).

O petista ainda fez uma analogia à candidatura de Bolsonaro, que seria como um parto necessário para o desenvolvimento do Brasil. “Não tem como desenvolver do ponto de vista institucional sem passar por alguns partos. As nações que chegaram ao desenvolvimento, que a gente respeita, passaram por momentos tão dramáticos quanto o que nós estamos passando agora”.

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No encontro, Haddad tocou no violão uma de suas músicas favoritas: Blackbird, dos Beatles. E ouviu o músico Francis Hime tocar “Vai Passar”, de Chico Buarque, ao piano, antes de puxar o coro de “olê, olê, olê, olá, Lula, Lula”.

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