DOR DE COTOVELO: Katia Abreu apela e diz que Lava Jato não dará paz ao PT num governo Haddad

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Do UOL

Um dia após o juiz federal Sergio Moro retirar o sigilo da delação de Antonio Palocci, ex-tesoureiro e ex-ministro do PT, três candidatas a vice-presidente falaram –e divergiram– sobre a Operação Lava Jato, da PF (Polícia Federal).

As candidatas Manuela D’Avila (PCdoB), vice de Fernando Haddad (PT), Ana Amélia (PP), vice de Geraldo Alckmin (PSDB), e Kátia Abreu (PDT), vice de Ciro Gomes (PDT), falaram na manhã desta terça-feira (2), durante debate promovido por UOL, “Folha de S.Paulo” e SBT.

De acordo com Kátia Abreu, a Lava Jato não vai dar paz ao PT, em um governo Haddad, o que poderia colocar o país “à beira do abismo”. “Essa lembrança ruim [de corrupção] vai persistir durante o segundo turno. Paraná e Curitiba não vão dar paz ao PT”, afirmou.

Por isso, Kátia afirmou que a Lava Jato não vai parar no dia 7 de outubro, data do primeiro turno. “Vamos ter um presidente no escanteio, na corda dos rings. [A ex-presidente] Dilma [Rousseff] não foi condenada, mas perdeu seu mandato. Às vezes, a gente ganha, mas não leva. E o PT sabe que isso não vai acabar bem”, disse.

Manuela e Ana Amélia travaram um embate a respeito da legitimidade do juiz Sergio Moro. “Não há um brasileiro que não perceba motivações políticas do juiz Sergio Moro”, disse a candidata a vice na chapa de Haddad.

A vice na chapa de Alckmin contrapôs. “É uma denúncia gravíssima ao magistrado. Pelo trabalho exemplar que vem fazendo no estado democrático de direito no nosso país. É inaceitável. Um risco como esse”, disse.

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