BAIXARIA! Campanha de Bolsonaro espalha fake news até da família de Haddad

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O candidato do PT a presidente, Fernando Haddad, voltou a criticar Jair Bolsonaro (PSL) e ligou seu principal adversário na corrida ao Planalto a notícias falsas que estão sendo divulgadas via WhatsApp.

Em pronunciamento à imprensa, o petista indicou temer o efeito que as mensagens podem ter sobre o eleitorado evangélico. “Parece que a campanha do Bolsonaro está agindo muito fortemente em fake news contra a minha família, contra minha atuação como ministro”, disse nesta quarta-feira (3). “Isso está crescendo muito nos últimos dias, sobretudo direcionado ao público evangélico, que nós sabemos que cultiva valores que nós também cultivamos”.

A campanha petista apresentou um número telefônico para receber informações sobre as mensagens. A tentativa é identificar os autores.

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Haddad diz não poder acusar Bolsonaro, mas, sim, desconfiar porque as mensagens são semelhantes com o discurso dele. “A impressão que eu tenho é que é muito compatível. Há uma aderência muito grande em relação ao que ele fala, e às mensagens que estão sendo veiculadas”, disse. “Como eu sou uma pessoa que tenho valores, estou aqui defendendo os valores que eu sempre acreditei. Não estou aqui inventando valores novos por conjuntura eleitoral”.
A ofensiva contra Bolsonaro vem um dia após Haddad começar a centrar seu discurso contra o candidato do PSL. Em atos no Rio de Janeiro na terça-feira (2), ele tentou ligar o presidenciável ao governo de Michel Temer (MDB), além de criticar suas propostas principalmente na área econômica.

“Eu comecei a me defender, né?”, disse o petista a jornalistas. “Agora chegou o momento de nos defendermos nessa reta final porque é muito grave o que está acontecendo no Whatsapp”.

O projeto “Comprova”, do qual o UOL faz parte, mostrou, por exemplo, que Haddad nunca afirmou que o governo deve decidir sobre o gênero das crianças.

Também é falsa, por exemplo, a informação de que Haddad, apoia a criação de uma lei para prender padres e pastores que se recusarem a realizar casamentos entre pessoas do mesmo sexo em igrejas.

CLICK POLÍTICA com informações do UOL

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