Istoé adere ao fascismo, abandona tucanos e parte pra cima de Haddad na reta final

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A revista IstoÉ perdeu a vergonha e aderiu ao fascismo. Vale tudo para a velha mídia açular o antipetismo e tentar barrar o inexorável avanço de Fernando Haddad, o candidato de Lula.

“Haddad, o candidato de 32 processos”, diz a capa da publicação que numa eleição polarizada entre o fascismo e a democracia preferiu ficar do lado do primeiro.

Uma vez que ataca Haddad é evidente que IstoÉ faz escolha pela candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), sujeito que até pouco tempo atrás abominava. “Perigo” cravou na capa a revista em novembro de 2017. Na época o discurso da publicação era de que se tratava de uma “ameaça totalitária” a eleição do ex-capitão do Exército.

O que mudou em menos de 10 meses? Ora, o candidato da mídia — Geraldo Alckmin (PSDB) — deu com os burros n’água. O povo reprovou o golpe e a retirada de direito. Agora, a mídia se transforma em parasita e Bolsonaro em hospedeiro desse mal.

Aliás, processos? O PT afirma que IstoÉ possui algumas centenas de processos, qual seja, a quantidade de demandas na Justiça não quer dizer absolutamente nada.

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