MERCADANTE: BOLSONARO É O CANDIDATO DOS RICOS

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“O povo precisa saber quem é Bolsonaro, o candidato dos ricos”. A afirmação do ex-ministro Aloizio Mercadante foi a pauta central do programa Brasil Primeiro, desta semana, que contou com a participação dos jornalistas Paulo Moreira Leite e Leonardo Attuch. O ex-ministro defende uma intensa campanha de mobilização. “Quem tem a política de distribuição de renda é o Haddad e a nossa militância tem que mostrar isso nas ruas e na internet”, defende.

O ex-ministro elucida a razão do crescimento de Bolsonaro durante a semana. “A fonte de disseminação de inverdades encontra-se no aplicativo WhatsApp, são bolhas de fake news que destorceram as manifestações Ele Não”, avalia.

Com um segundo fator de crescimento da extrema-direita, Mercadante aponta o partido da toga. “Sérgio Moro entrou como cabo eleitoral na campanha, expondo a delação premiada do ex-ministro Antônio Palocci prestada no último mês de abril. Vários jornais criticaram a postura do juiz”, ressalta.

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Ele expõe diversas posicionamentos de Bolsonaro que explicita seu caráter anti-povo, incluindo ser contrário ao Bolsa Família e favorável ao fim do décimo terceiro. “Sem dúvidas, Bolsonaro é o candidato dos ricos”, elucida.

Seguindo na desconstrução de Bolsonaro, Mercadante relata que o candidato defende a junção de vários estados do Nordeste. “É uma forma de exterminar a representatividade dos mais pobres”, lamenta.

Ao citar como contraponto as propostas do PT, ela avalia que “quem tem a política de distribuição de renda é o Haddad” e que “a militância tem que mostrar isso nas ruas e na internet”.

Mercadante condena o fato do Tribunal Superior Eleitoral ter cancelado mais de três milhões de títulos por conta do não recadastramento biométrico. “Desse total, 69% são de cidades onde a Dilma venceu o Aécio em 2014”, denuncia.

O ex-ministro cita como exemplo a cidade de Salvador, onde o PT historicamente venceu as eleições presidenciais. “Nesta cidade, 14% dos eleitores desaparecerão”, critica.

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