REINALDO AZEVEDO: Preocupação com extremismo de candidato chega ao alto escalão das Forças Armadas

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A preocupação também já chegou ao alto escalão das Forças Armadas. Não! o alto oficialato não tem dúvida nenhuma entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), embora preferisse mesmo um nome viável que nem fosse do PT nem tivesse vestido farda um dia.

Setores ligados à Inteligência entendem que Bolsonaro terá de encaminhar uma proposta de reforma da Previdência, por exemplo, porque, além de necessária, nisso se ancoram as esperanças que os mercados e o empresariado depositam no candidato. E aí veem duas complicações. Haverá necessariamente mobilização de setores da sociedade, especialmente os sindicatos de trabalhadores e servidores, que vão se opor às mudanças.

Como os meios-tons da política desapareceram, restam as tinturas radicais de um lado e de outro. Sim, senhores! Da boca de um general, saiu a seguinte afirmação: “Não se deve confundir a reforma da Previdência com repressão policial.”

Reitero: isso não é conversa de petista. Há mais: os militares acham que, num momento em que é alta a intolerância da sociedade com tudo o que se considera “privilégio”, será grande a cobrança para que o regime de aposentadoria dos membros das Forças Armadas e das polícias militar e civil sigam os marcos que forem adotados para os demais servidores.

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