Continua: Leilão de cargos prossegue e Olavo de Carvalho pede o seu

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A dança das nomeações ministeriais no governo Bolsonaro com os nomes mais anti petistas possíveis prossegue em ritmo de carnaval. Dessa vez, foi o filósofo de Youtube Olavo de Carvalho quem se ofereceu a ocupar um cargo. Segundo Carvalho, as conversas em torno do ministério da Cultura e da Educação foram feitas antes do segundo turno das eleições, mas diante de uma “volta” ao Brasil, Carvalho declinou. Ele diz que aceitaria o cargo de embaixador e que gosta da ideia de “mandar” nos brasileiros locais: “mandar embora qualquer um, pode mandar prender qualquer um”.

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo detalha o pedido de Carvalho a Bolsonaro: “o escritor Olavo de Carvalho afirmou nesta segunda-feira (5) que o único posto que aceitaria no governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), seria o de embaixador brasileiro em Washington, para ‘fazer dinheiro’ para o Brasil. As declarações foram feitas em vídeo gravado e postado no canal do escritor no YouTube. Segundo Carvalho, antes de Bolsonaro ser eleito, o candidato do PSL tinha oferecido a ele os ministérios da Educação e da Cultura. Mas o escritor decidiu não aceitar por não conhecer o funcionamento, a estrutura e os funcionários das pastas”.

Carvalho diz: “eu conheço meus limites, não tenho uma grande capacidade administrativa de nada (…) Eu sei o que tem que fazer, mas não consigo ficar pensando nisso todo dia”. E prossegue: “o que o Brasil mais precisaria é de dinheiro. E, como embaixador nos EUA, eu saberia fazer dinheiro. Eu peguei alguma prática desse negócio de comércio internacional no tempo em que morei na Romênia”, afirmou. “Eu não sou um total ignorante no comércio internacional.”

Segundo o jornal, “Carvalho disse ainda que, como embaixador, teria ‘autoridade total’ sobre os brasileiros locais e poderia ‘mandar embora qualquer um, pode mandar prender qualquer um’. ‘É um reizinho’, completou”.

 

Com Brasil 247

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