General Heleno e outros ‘radicais’ podem formar núcleo duro do governo

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O governo Bolsonaro começa a definir seu coração que se reunirá ao redor do presidente eleito no dia a dia do Palácio do Planalto e ele é formado por bolsonaristas radicais, dentre os quais se destaca o general Augusto Heleno. Até agora cotado para assumir o Ministério da Defesa, ele agora está sendo cogitado para o o comando do Gabinete da Segurança Institucional (GSI), que funciona no 4.º andar do palácio, um acima da sala presidencial -nesse caso, sucederia outro militar “linha dura”, o general Sérgio Etchegoyen.

Outros nomes em cogitação para a “cozinha” de Bolsonaro são os do vice-presidente eleito, Hamilton Mourão, dos futuros ministros Paulo Guedes (Economia) e Onyx Lorenzoni (Casa Civil), do advogado Gustavo Bebianno e do líder ruralista Luiz Antonio Nabhan Garcia. Guedes, Bebianno e Garcia são todos da ala radical do bolsonarismo, Lorenzoni, por sua própria função de articulador político do governo tende a ser mais conciliador e o vice-presidente eleito tem buscado uma posição como uma voz moderada do novo governo.

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