Folha constata que não há o que comemorar no primeiro ano de reforma trabalhista

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O jornal Folha de S. Paulo publicou editorial neste sábado, 10, em reconhece que, um ano após a aprovação da reforma trabalhista, não há motivos para comemorações.

“A geração de vagas formais, de fato, foi pequena no período de vigência da legislação. Entre novembro de 2017 e setembro deste ano, abriram-se 298,3 mil postos com carteira assinada. A cifra ficou muito abaixo da expectativa do governo Michel Temer (MDB), que chegava a 2 milhões —o país tem hoje 38,6 milhões de celetistas”, aponta o jornal, que apoiou a reforma.

A Folha lembra que vários dispositivos da nova CLT sofrem questionamentos na Justiça do Trabalho e no Supremo Tribunal Federal. “Temas como a contribuição previdenciária do funcionário intermitente, a possibilidade de gestantes e lactantes atuarem em local insalubre e a gratuidade da Justiça do Trabalho ainda dependem do pronunciamento do STF”.

No entanto, o jornal permanece em defesa da reforma que retirou direitos dos trabalhadores. “A despeito da insatisfatória criação de empregos até agora e sem prejuízo de necessárias melhorias, a reforma se mostra correta. Seu impacto será dimensionado à medida que as normas se assentem na jurisprudência e na prática cotidiana de empresas e assalariados”, diz a Folha.

CLICK POLÍTICA com informações de brasil247

1 comentário
  1. JOAQUIM GONÇALVES LEDO Diz

    BRASILIA VIROU A CASA DE QUADRILHÕES, PORTANTO, NEM BEM ESTÁ SAINDO UMA QUADRILHA JÁ ESTA ORGANIZANDO OUTRA PIOR, ASSIM VAI O BRASIL PARA O BURACO SEM SAÍDA.
    MAS NA VERDADE O BRASIL TEM O GOVERNO QUE MERECE, SENDO QUE 55% DA NAÇÃO SÃO IDIOTAS DE NATUREZA!

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