Grupo terrorista ameaça e diz que alvo não é apenas Bolsonaro

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O grupo que reivindicou a autoria do ataque à bomba a uma igreja de Brazlândia e ameaçou fazer um atentado durante a posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), na terça-feira (1º) é organizado, possui armas, explosivos, e teria contato com extremistas de outros países. As informações são de um suposto intermediário dos terroristas, que se autodenominam Sociedade Secreta Silvestre, ao site Metrópoles.

Na sexta-feira (28/12) por um intermediário do grupo, que explicou no que consiste a organização e se identificou como “Pedro”, encaminhou o texto via e-mail por meio de um navegador impossível de rastrear, geralmente utilizado para trafegar na chamada deep web, a parte sombria da internet composta por várias redes separadas que não conversam entre si.

Para garantir a veracidade das informações e confirmar que faz parte do suposto grupo terrorista, o intermediário encaminhou um arquivo de vídeo mostrando detalhes da bomba deixada no Santuário Menino Jesus, antes de o dispositivo ser detonado pelo Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar, na madrugada do Natal (25).

O intermediário assegurou que novos ataques irão ocorrer, e deixou em aberto um atentado durante a posse de Bolsonaro. “Nosso alvo não é apenas Jair Bolsonaro. Por mais que tenhamos um ódio particular a este estúpido devido às suas posições em relação ao meio ambiente, nosso objetivo é muito maior que ele. Deixamos subentendido que podemos atacar durante a posse, mas essa é uma informação sensível que não podemos detalhar. O que podemos dizer é: nós temos sim a capacidade de fazer um atentado no dia 1º de janeiro e causar grandes danos e mortes”, ameaçou.

Pedro não quis revelar quantos integrantes o grupo tem no Brasil nem em quantos estados a suposta célula terrorista está presente. No entanto, afirmou que Bolsonaro não é o único alvo do grupo terrorista e que novos ataques virão.

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