AUMENTA A TENSÃO: EUA impõem sanções à Rússia, que apoia Venezuela; CONFIRA!

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Sputnik Brasil – As novas restrições visam os bancos, os projetos de GNL da Rússia no exterior, o setor cibernético do país e a dívida soberana, de acordo com a legislação.

“A legislação abrangente procura aumentar a pressão econômica, política e diplomática sobre a Federação Russa em resposta à interferência da Rússia nos processos democráticos no exterior, na influência maligna na Síria e na agressão contra a Ucrânia, inclusive no Estreito de Kerch”, disse o comunicado.

O projeto teria que passar pelo Congresso dos EUA e ser assinado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, antes de se tornar lei, informou a Reuters na quarta-feira.

O senador republicano Lindsey Graham disse em um email à Reuters que o objetivo das novas restrições “é mudar o status quo e impor sanções e medidas significativas” contra a Rússia.

Washington impôs as primeiras sanções contra a Rússia em março de 2014, após a crise política na Ucrânia, justificando o movimento dos EUA como insatisfação com as ações de Moscou na Ucrânia.

Rússia responderá a sanções americanas, afirma senador

Vladimir Dzhabarov, primeiro vice-presidente do Comitê de Assuntos Internacionais do Conselho da Federação, câmara alta do parlamento russo, disse na noite desta quarta-feira que “a Rússia dará uma resposta às possíveis novas sanções dos EUA”, destacando que o seu país tem total capacidade de reagir à altura.

A declaração segue o anúncio feito mais cedo por senadores norte-americanos de que eles estavam introduzindo uma série de novas sanções contra a Rússia, atingindo o setor bancário, projetos russos de GNL no exterior, o setor cibernético do país e sua dívida soberana, além de políticos, empresários e agentes do Serviço Federal de Segurança (FSB).

​De acordo com os congressistas dos EUA, as novas medidas contra Moscou seriam motivadas por suposta interferência russa em processos democráticos no exterior, pela atuação das Forças Armadas da Rússia na Síria e pelas políticas do Kremlin em relação à Ucrânia.

“Se tal projeto for adotado, haverá uma resposta nossa. Estamos prontos a fornecer uma resposta. Estou convencido de que usaremos os recursos disponíveis”, disse Vladimir Dzhabarov.

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