Após deixar Brasil, Guaidó visita Paraguai e deve seguir a Buenos Aires ainda nesta sexta




Opositor de Nicolás Maduro defendeu novas mobilizações para derrubar governo chavista. Juan Guaidó é recebido pelo presidente paraguaio Mario Abdo Benítez em Assunção, nesta sexta-feira (1º)
AFP/Norberto Duarte
O autoproclamado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, foi recebido nesta sexta-feira (1º) com honras de chefe de Estado pelo presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez, em Assunção. Ele defendeu a realização de mais mobilizações para tentar restabelecer a democracia em seu país.
“Vamos continuar mobilizados nas ruas da Venezuela apesar das ameaças, ameaças de morte, inclusive. A democracia está aí e vamos conquistá-la. Não vão conseguir conter esse processo”, afirmou Guaidó, citando indiretamente o governo de Nicolás Maduro.
O Ministério das Relações Exteriores da Argentina anunciou ainda para esta sexta-feira (1º) uma reunião entre Guaidó e Mauricio Macri em Buenos Aires.
Em Assunção, Guaidó falou sobre seus encontros com outras lideranças da América do Sul, como os presidentes da Colômbia, Iván Duque, e do Brasil, Jair Bolsonaro.
O Paraguai rompeu relações diplomáticas com a Venezuela após Maduro tomar posse para seu segundo mandato como presidente do país, obtido numa eleição questionada.
Nesta quinta, Guaidó esteve no Brasil ao lado de Bolsonaro, e anunciou que voltará à Venezuela apesar das ameaças recebidas. O opositor de Maduro saiu do país para ajudar a articular a entrega de ajuda humanitária na fronteira da Colômbia com a Venezuela. Só que ele tinha uma ordem judicial impedindo-o de sair de seu país. Maduro já avisou que ele terá de se ver coma Justiça se voltar.

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