Justiça israelense invalida por racismo candidatura de líder da extrema direita




Michael Ben Ari causou polêmica ao chamar os árabes israelenses de “traidores e assassinos”. Michael Ben-Ari (no centro), líder do partido de extrema direita Poder Judaico, em Jerusalém.
Ronen Zvulun/Reuters
Suprema Corte israelense anunciou neste domingo (17) ter invalidado a candidatura às eleições de abril de Michael Ben Ari, líder do partido de extrema direita Poder Judaico, acusado pelo procurador-geral do país de “racismo anti-árabe”.
A controversa candidatura deste político havia sido validada em março pela comissão eleitoral, mas o partido de esquerda Meretz (oposição) foi à Suprema Corte para invalidá-la.
Ben Ari tinha provocado polêmica por seus comentários sobre os árabes israelenses que, segundo a procuradoria-geral, constituíram “incitação ao racismo”.
Ben Ari tinha qualificado seus compatriotas árabes como “traidores e assassinos”.

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