Jovem que escapou do massacre de Parkland se suicida por conta da síndrome do sobrevivente




Sydney Aiello, de 19 anos, sofria de estresse pós-traumático desde ataque à escola Marjory Stoneman Douglas, em fevereiro de 2018. Ela perdeu dois de seus melhores amigos quando ex-aluno invadiu o local com fuzil e matou 17 estudantes. Com velas, moradores de Parkland fazem vigília após ataque contra Marjory Stoneman Douglas High School, em 16 de fevereiro de 2018
Jonathan Drake/ Reuters
Sydney Aiello, de 19 anos, que saiu ilesa do tiroteio numa escola em Parkland, sul da Flórida, onde morreram 17 pessoas, se suicidou motivada pela “síndrome do sobrevivente”, informou a imprensa local nesta sexta-feira (22).
Aiello assistia a uma aula na escola Marjory Stoneman Douglas no dia 14 de fevereiro de 2018, quando um ex-aluno armado com um fuzil de assalto AR15 disparou contra estudantes e funcionários.
Entre os mortos estavam dois dos melhores amigos de Aiello, Meadow Pollack e Joaquín Oliver.
Os pais da jovem disseram na quinta-feira à emissora de TV CBS4 que ela se matou porque sofria da síndrome do sobrevivente, um quadro de estresse pós-traumático desencadeado e sustentado pela culpa de ter passado por um ato de violência e ter sobrevivido.
Aiello concluiu o ensino secundário em julho do ano passado e participava de aulas de yoga orientadas para sanar os efeitos do trauma.
A jovem também estava envolvida com o movimento nacional contra as armas iniciado pelos estudantes após esse massacre no estado da Flórida e que alcançou algumas mudanças na legislação.
O pai de Meadow, Andrew Pollack, disse ao jornal local “Miami Herald” que seu coração está “com os pobres, pobres pais”.
“Foi terrível o que aconteceu. Meadow e Sydney eram amigas há muito tempo”, disse Pollack.

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