Onyx diz que Bolsonaro está sendo atacado porque ‘peita’ europeus e vê retaliação de ONGs sobre Amazônia




Ministro esteve em Porto Alegre para um almoço com representantes da Construção Civil. Ele disse que o governo acabou com a ‘farra das ONG’s’ na Amazônia. Ministro participou de uma reunião com
Léo Saballa Jr/RBS TV
O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse sexta-feira (23) que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) está sendo atacado porque “peita” europeus, e disse ainda que vê uma retaliação de Organizações Não-Governamentais (ONGs). Ele esteve em Porto Alegre para um almoço com representantes da construção civil.
“O Brasil é um grande produtor de commodities agrícolas e minerais. Amazônia é uma região muito rica na biodiversidade, que há vários e vários anos vem sendo explorada por indústrias e universidades e interesses dos mais diversos estrangeiros. Com o advento do governo Bolsonaro, a farra das ONG’s acabou na Amazônia”, afirmou o ministro em entrevista à Rádio Gaúcha, após o evento.
“Apareceu um presidente que peita os europeus, que defende a soberania brasileira e que protege a Amazônia, bom, tem que destruir esse cara”, acrescentou.
Onyx disse ainda que o governo enfrentou “ONGs internacionais sustentadas por governos europeus, que têm largos interesses na Amazônia”. E que “o Brasil está sendo alvo de uma medida especulativa” e que o “nível de incêndios florestais são similares aos da última década”.
Conforme o ministro, os “governos de esquerda brasileiros abaixavam a cabeça para os europeus”.
“Porque eles tinham um conluio, onde eles eram financiados, recebiam dinheiro aqui dentro do Brasil, financiaram ONG’s que saquearam a Amazônia.
Forças Armadas
O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta sexta-feira (23) um decreto para autorizar o uso das Forças Armadas no combate a queimadas na Amazônia. O decreto prevê o uso das tropas até 24 de setembro.
O decreto foi publicado em edição extra do “Diário Oficial da União” e assinado após o presidente ter se reunido em Brasília com alguns ministros para discutir o assunto.
Lideres mundiais manifestam preocupações
As queimadas na Amazônia, após repercussão mundial, passaram a causar preocupação em membros da cúpula do G7, grupo com as 7 principais economias do mundo. Angela Merkel da Alemanha, Boris Johnson, do Reino Unido, Emmanuel Macron, da França, e Justin Trudeau, do Canadá, querem que o tema seja discutido no encontro neste fim de semana.
O presidente da França, Emmanuel Macron, informou que deverá discutir o tema em reunião do G7. Já a chanceler alemã Angela Merkel classificou a situação como “preocupante”. Justin Trudeau, primeiro-ministro do Canadá, também se manifestou sobre o assunto e informou que é preciso agir pela proteção da Amazônia.
Bolsonaro criticou pelas redes sociais a fala de Macron. Ele disse lamentar que o presidente da França “busque instrumentalizar uma questão interna do Brasil” para “ganhos políticos pessoais” e criticou o “tom sensacionalista” sobre a Amazônia.
Acordo entre o Mercosul e a União Europeia
O escritório do presidente francês, Emmanuel Macron, acusou Bolsonaro de ter mentido durante o encontro do G20 em Osaka, no Japão, em junho ao minimizar as preocupações com o a mudança climática. Dado esse contexto, aponta o escritório, a França se opõe ao acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul.
O primeiro-ministro da Irlanda, o primeiro-ministro Leo Varadkar, ameaçou votar contra o texto se o Brasil não respeitar seus “compromissos ambientais”, em meio a críticas ao presidente Jair Bolsonaro pelos incêndios que assolam a Amazônia.
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