Damares diz que poderia ser espelho para as feministas e afirma que em breve irá se aposentar e casar; VEJA!

Damares Alves afirmou em entrevista nesta quinta-feira (26) ao jornal O Estado de S. Paulo, que representa o “sonho das feministas” e que sua história poderia ser usada na luta dos movimentos.

“Quando eu falo que sou empoderada, estou usando exatamente o sonho das feministas que é empoderar uma mulher. Eu tive oportunidades, estudei, entendo que a educação é a redenção, lutei muito. Queria dizer para essas feministas que me criticam tanto que acho que poderíamos ter esse diálogo. Elas poderiam usar o meu exemplo na luta delas. Venham conversar comigo. Sou uma mulher que veio lá de baixo, não tinha nem sapato para ir à escola e hoje é uma ministra”.

- Publicidade -

A ministra disse ainda que é feminista, mas não como “essas mulheres loucas na rua gritando, com bandeiras, peladas e quebrando tudo”.

“Mas eu sou uma feminista. O problema é o que é o feminismo? Essas mulheres loucas na rua gritando, com bandeiras, peladas e quebrando tudo? O que eu questiono é a forma que elas lutam por igualdade. Eu desafio vocês a pedir a uma feminista mostrar quantas mulheres ela levou para casa e protegeu da violência, quantas de fato ajudou? Só gritar hoje será o suficiente? Depende do que você entende por feminismo. Se lutar pelo direito das mulheres é ser feminista, eu sou. Se lutar para que todas tenham oportunidade e dignidade, eu sou”.

Damares afirmou ainda que pretende acabar com as visitas íntimas em centros socioeducativos para jovens infratores. “Mamãe Damares vai mandar bola, livro, arroz e feijão. Camisinha e lubrificante, não”, disse.

Segundo Damares, a prioridade para 2020 é a proteção à criança, especialmente em relação à construção de unidades socioeducativas: “Eles têm ido às unidades e saído piores. Farei unidades em fazenda, voltadas ao esporte de alto rendimento e trabalhar o ensino de qualidade”. Damares também afirmou que é preciso mudar o tipo de atendimento nesses estabelecimentos. “Não aceito visita íntima para meninos. Qual a idade da namorada que vai lá transar com ele? Vou enfrentar isso”, disse.

Na entrevista, a ministra também explicou seu comportamento em relação ao lançamento do novo Disque 180: “A ideia da campanha era “não tire a voz de uma mulher” e eu queria participar. Queria que vissem uma mulher que fala demais ficar no silêncio. Não me arrependo”.

Sobre o pacote anti-crimes, disse concordar com a proposta e acreditar que a ampliação do excludente de ilicitude para militares ou agentes de ilicitudes não aumentaria a violência em casos como o relacionado à morte de Ágatha Félix ou o de Paraisópolis. Garantiu também não ter pretensão de se candidatar nas eleições de 2022.

“sou candidata a uma rede numa casinha em uma praia em Aracaju. Sou forte candidata à aposentadoria e já vou começar a fazer campanha agora”, ressaltando que está “cansada”. “Eu quero namorar”.

Click Política

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui