Início Filho de militar atua como repórter na EBC e isso é proibido pelas regras da emissora, diz colunista; VEJA!

Filho de militar atua como repórter na EBC e isso é proibido pelas regras da emissora, diz colunista; VEJA!

por Portal Click Política

Lucas Farias recém-formado em jornalismo, foi nomeado para um cargo de assessoria da emissora EBC com salário de cerca de 11.000 reais.

O segredo do sucesso de Lucas é simples. Ele é filho do general Alcides Valeriano de Faria Júnior.

O jornalista que ingressar por meio de concurso público na EBC, portanto sem padrinho militar, vai receber um salário base de 7.000 reais a menos que o Lucas.

Apesar de ocupar um cargo de comissão, o general de Brigada Alcides Valeriano de Faria Junior foi indicado, no início do governo de Jair Bolsonaro, para ocupar o cargo de subcomandante de interoperabilidade no Comando Sul das Forças Armadas dos Estados Unidos.

Até então, o general brasileiro tinha passagens pelo Centro de Comunicação Social do Exército (CComsex), em Brasília, e comandava a 5ª Brigada de Cavalaria Blindada, de Ponta Grossa.

Esta foi a primeira vez que o Brasil teve um general integrado ao Comando Sul. A notícia surpreendeu diferentes atores da área de política diplomática, como é o caso do ex-ministro da Defesa e das Relações Exteriores, Celso Amorim, também diplomata.

“É uma coisa tão insólita, tão inusitada, que eu não me lembro de nenhuma situação semelhante, a não ser em tempo de guerra”, salientou.

O general de Brigada Alcides Valeriano de Faria Junior foi indicado, no início do governo de Jair Bolsonaro, para ocupar o cargo de subcomandante de interoperabilidade no Comando Sul das Forças Armadas dos Estados Unidos.

Até então, o general brasileiro tinha passagens pelo Centro de Comunicação Social do Exército (CComsex), em Brasília, e comandava a 5ª Brigada de Cavalaria Blindada, de Ponta Grossa.

Esta foi a primeira vez que o Brasil teve um general integrado ao Comando Sul. A notícia surpreendeu diferentes atores da área de política diplomática, como é o caso do ex-ministro da Defesa e das Relações Exteriores, Celso Amorim, também diplomata.

“É uma coisa tão insólita, tão inusitada, que eu não me lembro de nenhuma situação semelhante, a não ser em tempo de guerra”, salientou.

Click Política com informações do Radar, da Veja

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