Socialistas conseguem articular maioria para formar governo de coalizão na Espanha




Pedro Sánchez teve 167 votos, dos 350 deputados e 165 votaram contra ele. Os 18 restantes se abstiveram. Pedro Sánchez gesticula durante discurso no parlamento espanhol, em 7 de janeiro de 2020
Stringer/Reuters
Pedro Sánchez, o líder socialista da Espanha, garantiu apoio parlamentar por uma pequena maioria nessa terça-feira (7) que o possibilita formar um governo de coalizão e por um fim a um impasse político no país.
Depois de quase um ano de governo provisório, Sánchez ganhou a maioria simples, necessária em duas votações, com apoio de parlamentares de pequenos partidos regionais.
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Ele e o aliado Pablo Iglesias, líder da agremiação de esquerda Unidas Podemos, disseram que vão implementar aumentos de impostos em pessoas com alta renda e empresas, além de voltar atrás em reformas trabalhistas que foram implementadas por governos conservadores.
Mas sem uma maioria sólida no parlamento, a coalizão deve ter dificuldade para aprovar leis e precisará negociar com outros partido a cada novo projeto.
“Eu tenho confiança de que vamos superar a atmosfera de irritação e tensão e que poderemos recuperar um espaço para consenso e um acordo”, disse Sánchez.
Os políticos espanhóis fazem acusações entre si de pressionar os parlamentares, especialmente os pequenos partidos regionais.
Sánchez teve 167 votos, dos 350 deputados e 165 votaram contra ele. Os 18 restantes se abstiveram.

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