Alemanha confirma 1º caso de coronavírus em Starnberg




Órgãos de saúde do país classificam risco à população como baixo. Paciente infectado está em boas condições e isolado. Imagem de pesquisa sobre o coronavírus
Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China
A Alemanha confirmou nesta segunda-feira (27) o primeiro caso do novo coronavírus no distriro de Starnberg. As informações foram passadas pelo porta-voz do ministério da saúde da Baviera, em Munique, ao jornal local “Süddeutsche Zeitung”.
O que se sabe e o que ainda é dúvida sobre o novo vírus que surgiu na China
A Secretaria Estadual de Saúde e Segurança Alimentar e o Instituto Robert Koch informaram que o risco à população da Baviera é baixo. O paciente infectado está em boas condições e isolado, com monitoramento constante.
“Estamos vigilantes e levamos as coisas muito a sério, e também estamos bem preparados”, disse o ministro da saúde, Jens Spahn.
Coronavírus pelo mundo em 27 de janeiro de 2020
Arte G1
A Organização Mundial da Saúde (OMS) passou a classificar como “elevado” o risco internacional de contaminação pelo novo coronavírus. O novo status, divulgado nesta segunda-feira, é uma correção na avaliação feita anteriormente pela própria OMS. A organização esclareceu que, por um “erro de formulação”, havia apontado o risco como “moderado”.
OMS aumenta o risco internacional do coronavírus para ‘elevado’
Até o começo da tarde, os dados oficiais apontavam 81 mortes e mais de 2,7 mil pacientes infectados. Também houve o primeiro registro de morte em Pequim.
Em seu relatório sobre a situação, a OMS indica que sua “avaliação de risco (…) não mudou desde a última atualização [22 de janeiro]: muito alto na China, alto no nível regional e em todo o mundo”. Na prática, a alteração da nomenclatura não interfere em nenhuma mudança de protocolo da Organização.
Em relatórios anteriores, o órgão das Nações Unidas apontou que o risco global era “moderado”. “Foi um erro de formulação nos relatórios de 23, 24 e 25 de janeiro, e nós o corrigimos”, explicou à AFP uma porta-voz da instituição com sede em Genebra.
Na quinta-feira (23), a OMS considerou “muito cedo para falar de uma emergência de saúde pública de alcance internacional”.
“Ainda não é uma emergência de saúde global, mas pode vir a ser”, afirmou Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor da OMS
A OMS só utiliza esse termo para epidemias que exigem certa reação global, como a gripe suína H1N1 em 2009, o vírus zika em 2016 e a febre ebola, que atingiu parte da África Ocidental entre 2014 e 2016 e a República Democrática do Congo desde 2018.
Da família dos coronavírus, como o SARS, o vírus 2019-nCoV causa sintomas gripais em pessoas que o contraíram e pode levar à síndrome respiratória grave.
Ciclo do novo coronavírus – transmissão e sintomas
Aparecido Gonçalves/Arte G1
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