Advogado de Lula prevê condenação de Moro na ONU e explica o porque

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Blogueiro Eduardo Guimarães conversou com o advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins, no velório da ex-primeira-dama Marisa Letícia; “Em primeiro lugar, o advogado fez questão de deixar claro que jamais houve qualquer razão plausível para que seu cliente fosse privado do bem mais precioso de qualquer pessoa, a liberdade”, diz Eduardo; defesa de Lula, para impedir que ele fosse alvo de alguma arbitrariedade, denunciou ao Comitê de Direitos Humanos da ONU no sentido de que o ex-presidente está sendo alvo de “lawfare”; termo tem sido empregado principalmente no sentido de uso indevido de instrumentos jurídicos para fins de perseguição política, destruição de imagem pública e inabilitação de um adversário político; característica fundamental da lawfare seria o uso de acusações sem materialidade como as que Lula vem sofrendo




Por Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania;

Na tarde de 4 de fevereiro último, no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, durante o velório da esposa de Lula, senhora Marisa Letícia, este blogueiro conversou com o advogado de Lula Cristiano Zanin Martins e obteve informações de interesse da opinião pública, que ele autorizou divulgar.

Zanin Martins é extremamente atencioso e cirurgicamente objetivo. Respondeu a todas as questões apresentadas, as quais passo a relatar.




Em primeiro lugar, o advogado fez questão de deixar claro que jamais houve qualquer razão plausível para que seu cliente fosse privado do bem mais precioso de qualquer pessoa, a liberdade. Contudo, acredita que, em alguns momentos, a dita “república de Curitiba” sonhou com ato de arbítrio contra o ex-presidente.

Por que o Golden Boy da Lava Jato, o juiz federal Sergio Moro, não chegou a tanto? Uma das razões, para o advogado, foram reações a intentonas arbitrárias desencadeadas duas vezes contra o ex-presidente no ano passado e que, de forma trágica, culminaram com a morte da esposa dele nos últimos dias.

Antes de tratar da conversa com o doutor Cristiano Zanin Martins, portanto, faz-se necessário relembrar os atos e fatos que nos conduziram até o ponto em que estamos.

Segundo a conversa com o advogado, a primeira ação suspeita contra o ex-presidente ocorreu em 4 março do ano passado, quando o ex-presidente teve sua residência invadida, revirada e foi levado à força pela Polícia Federal para depor no aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

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1 comentário

  1. Mariza Freire Diz

    texto incompleto, desconectado do título, as coisas ficam suspensas.

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