Andrade Gutierres deve entregar “jogo de propinas” em São Paulo; Caso pode complicar Alckimin

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A Andrade Gutierrez, que já fechou seu acordo de colaboração na Lava Jato, e fez um acordo de leniência de R$ 1 bilhão, foi chamada pelo Ministério Público a prestar informações sobre sua participação nas obras da Cidade Administrativa de Minas Gerais e no Rodoanel, em São Paulo.

O motivo: OAS e Odebrecht, concorrentes da empreiteira, revelaram propinas a agentes públicos nesses dois empreendimentos, que foram tocados nas gestões tucanas de Aécio Neves, Antonio Anastasia, José Serra e Geraldo Alckmin.

Nas planilhas da Odebrecht, aparecem os nomes “santo” e “careca”, nas planilhas das propinas. A empreiteira também citou uma operação de R$ 23 milhões, no caixa dois, para José Serra. A OAS, por sua vez, relatou propinas de 3% para pessoas ligadas a Aécio Neves.

Um dos donos da empreiteira, Sergio Andrade também foi convocado a se tornar delator.

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