CASO TEORI: PT discorda do juiz que decretou sigilo nas investigações e cobra transparência na apuração dos fatos; CONFIRA!

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O PT reagiu à decisão do juiz da 1ª Vara Federal de Angra dos Reis, Raffaele Felice Pirro, que mais cedo decretou sigilo das investigações sobre a queda do avião que levava o ministro do STF Teori Zavascki e mais quatro pessoas.




O texto, assinado pelo líder, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), questiona o motivo do sigilo e defende que “as investigações deste caso devem ser conduzidas de forma independente e cristalina”.

Confira a íntegra:




NOTA OFICIAL

INVESTIGAÇÃO COM INDEPENDÊNCIA E TRANSPARÊNCIA

A Bancada do PT na Câmara estranha a decisão do juiz Raffaele Felice Pirro, da 1ª Vara Federal de Angra dos Reis (RJ), que decretou nesta segunda-feira (23) o sigilo das investigações realizadas pela Polícia Federal a respeito da queda do avião no qual faleceu o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator da Operação Lava-Jato, Teori Zavascki.

Diante do enorme interesse público sobre o episódio, consideramos imperativo que a apuração deste acidente seja feita com a maior transparência possível.

Considerando o impacto que a substituição do ministro na relatoria da Lava-Jato poderá ter, bem como as inúmeras dúvidas suscitadas e perguntas não respondidas acerca do acidente, entendemos que as investigações deste caso devem ser conduzidas de forma independente e cristalina.

Solicitamos, portanto, que o mencionado juiz reveja a sua decisão, de modo que não seja violado o direito da sociedade brasileira a informações de evidente e indiscutível relevância.

Brasília, DF, 23 de janeiro de 2017.
Dep. Carlos Zarattini (SP)
Líder do PT na Câmara dos Deputados

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1 comentário

  1. Francisco Neri Filho Diz

    Sem dúvida, as investigações da causa desse acidente devem ter a transparência devida. Afinal, a Nação inteira quer saber os mínimos detalhes de tudo quanto vem acontecendo com respeito aos desdobramentos da Operação Lava Jato. Se houve crime, este foi de ação pública, motivo por que o processo pertinente não deve ser conduzido em segredo de justiça… Se for o caso de preservar testemunhas da ação torpe de eventuais mandantes, que isso seja feito por outros meios, garantindo-lhes a segurança com o emprego do aparato da inteligência do Estado.

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