Escondido para não explicar propina de 23 milhões, Serra pede ‘arrego’ a Moro e exige que ONU encerre processo contra juiz

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O governo brasileiro finalmente se manifestou ao Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas quanto às denúncias do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que estaria sendo perseguido pelo juiz Sérgio Moro, responsável pelos inquéritos da Lava Jato; elaborada pelo Ministério das Relações Exteriores, Procuradoria-Geral da União e Advocacia-Geral da União, a peça de defesa pede que o caso seja desconsiderado, já que Lula responde aos processos criminais em liberdade e ainda não esgotou todos os recursos possíveis.




O texto ainda diz que não há mérito na questão, já que foi garantido ao ex-presidente ampla possibilidade de defesa e presunção de inocência; Lula se considera vítima de uma caçada judicial empreendida pelo juiz Sergio Moro; no governo federal, que preparou a resposta, Michel Temer já foi delatado por pedir R$ 10 milhões à Odebrecht e o chanceler José Serra por receber R$ 23 milhões na Suíça

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