Marco Aurélio lamenta perca de amigo, porém pede urgência na Lava Jato

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O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Marco Aurélio Mello afirmou nesta quinta-feira (19), após a notícia da morte de Teori Zavascki, seu colega de corte, que o acidente não pode paralisar as investigações da Operação Lava Jato.

Em entrevista para a rádio BandNews FM, Mello disse que os processos urgentes sob a responsabilidade de Teori “devem ser imediatamente redistribuídos”.

O ministro também lamentou a morte de quem classificou como amigo. “Era um homem que se relacionava com todos de uma forma muito positiva. Foi uma surpresa para todos, uma perda muito grande”, afirmou na entrevista.

Com a confirmação da morte de Teori, a relatoria da operação Lava Jato fica indefinida. Segundo o regimento do STF, em caso de morte de ministro, o ministro que assume a vaga assume também o acervo de casos. A assessoria do STF, no entanto, afirma que há a possibilidade de o caso ser redistribuído automaticamente a outro ministro.

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