Marina Silva diz que Temer deveria renunciar e alfineta Dilma; VEJA!

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Marina Silva (Rede), provável candidata à Presidência em 2018, diz que o governo de Michel Temer não conseguiu superar a crise que também atingiu Dilma Rousseff. Para ela, as soluções do cenário seriam uma alteração na lei para a realização de novas eleições diretas ou a renúncia do peemedebista. “Eu já dizia antes que a renúncia é sempre um ato pessoal, unilateral. A presidente Dilma poderia ter feito este gesto. Não fez. O presidente Temer, no meu entendimento, se encontra na mesma situação que ela. Poderá fazê-lo. Mas isso depende de cada um. É dele. Faltam 16 dias”.

Estado de S.Paulo.

“O governo ainda não foi capaz de se estabelecer. Vive praticamente o mesmo vendaval de crises que vivia a presidente Dilma. A única diferença é que no governo Dilma havia uma equipe econômica que dirigia em alta velocidade rumo ao precipício e agora tem uma equipe econômica que, com competência, tenta desviar do precipício. No entanto, a crise política pode acabar prejudicando a economia.

A legislação eleitoral aprovada bem antes desta crise (e travada no Congresso) estabelece que na vacância do cargo haverá nova eleição a menos que seja a seis meses do pleito. Há que se fazer um esforço para criar mecanismos que façam esta adequação. O pior dos mundos é uma eleição indireta com este Congresso que aí está. O que o Brasil precisa neste momento é devolver para a sociedade a legitimidade para repactuar as

Em 2010, quando fui candidata pela primeira vez, propus que o aumento do gasto público seria o crescimento do PIB considerando a correção da inflação. É uma diferença básica desta proposta do governo. No caso da Previdência não há dúvida que devemos resolver este grave problema. Mas corrigiria arbitrariedades. Uma pessoa ter que levar quase 50 anos de contribuição contínua para fazer jus à aposentadoria integral é uma arbitrariedade. Uma outra coisa é porque apenas alguns setores vão passar pelo sacrifício? Porque não temos o princípio da equidade incluindo militares, Judiciário e Legislativo? Eu votaria, se fosse ainda senadora, pela admissibilidade das duas medidas corrigindo as arbitrariedades.”

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