FAKE NEWS! Revista Época narra “condicionante” de Gilmar sobre Lula que nunca existiu e cita “fontes ocultas”; SAIBA!

João Antônio Marques da Redação do Portal CLICK POLÍTICA

TRECHO DA MATÉRIA DO PORTAL FÓRUM

De acordo com a matéria da revista Época publicada na última quinta-feira (26), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, teria dito a interlocutores petistas que as possibilidades do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sair da cadeia só iriam melhorar quando ele se declarar fora do páreo presidencial.

A revista diz ainda que, “com Lula fora da eleição, prevê Mendes, é possível que a pena do ex-presidente, condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região a 12 anos e um mês de detenção por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá, seja diminuída pelo Supremo”.

Para Mendes, prossegue a revista, “o Supremo deve rever a pena por lavagem de dinheiro aplicada a Lula, crime que, na visão de alguns juristas, não estaria caracterizado no caso do tríplex. ‘É preciso discutir se os dois crimes pelos quais ele foi condenado são realmente dois crimes’, disse o ministro, na terça-feira dia 24”.

FAKE NEWS DA ÉPOCA:

De fato o Ministro Gilmar Mendes admitiu que a pena de Lula poderia ser diminuída. Porém, nunca condiciou o fato da redução da pena, em troca de abdicar de sua postulação ao cargo de Presidente da República nas eleições de 2018.

A Época diz em sua matéria que “petistas teriam discutido cenários sobre a libertação de Lula”. Mas não cita os nomes.

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Na mesma matéria, a Época afirma que conversou com um suposto ministro do STF, esse teria dito, “O Gilmar é a grande esperança dos petistas para o Lula ganhar a liberdade. Nos corredores do Supremo, ele já é conhecido como Gilmar, guerreiro do povo brasileiro”. Mas não cita o nome do suposto magistrado.

LEIA TRECHOS DA MATÉRIA DO UOL:

O ministro do STF afirmou ainda que a pena do ex-presidente Lula pode vir a ser reduzida na instância superior porque ainda não está claro se ele teria praticado corrupção e lavagem de dinheiro, crimes pelos quais Lula foi condenado a 12 anos e 1 mês de prisão. No entendimento do ministro, o crime de lavagem pode estar “embutido” na corrução.

“Há uma discussão que tecnicamente vai chegar ao Supremo, que é saber se os dois crimes imputados a ele são dois crimes mesmo ou é um só. Se é corrupção e lavagem ou se, naquilo que falou-se em Curitiba e Porto Alegre, a lavagem estaria embutida na corrupção. Se houver isso, poderá haver redução da pena e isso poderá ser discutido tanto no STJ quanto no Supremo”, disse.

O magistrado disse ainda que não é contra a prisão após condenação em segunda instância, mas afirmou que ela deve ser feita após análise criteriosa. “Se há uma perspectiva de recurso com alguma possibilidade de êxito, o STJ em alguns casos tem mudado. O sujeito é condenado em regime fechado. O STJ reduz a pena e diz que é regime aberto. Nesse caso, se eu não der a chance de ele fazer o recurso, ele já terá cumprido a pena e o recurso terá sido inútil.”

VOLTANDO PARA A REVISTA ÉPOCA:

Na matéria acima do UOL. Gilmar não confirma o que foi dito pela a Revista Época no tocante a candidatura de Lula. Fala apenas na possibilidade de uma redução da pena do ex-presidente. Comenta sobre a prisão em segunda instância e nada mais.

Talvez, a revista devesse divulgar o nome da fonte que revelou a condicionante do Ministro Gilmar Mendes em relação ao ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva.

Mas como é sabido. O Grupo Globo que comanda a referida revista, não tem compromisso com a verdade.

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