Juíza que “humilhou” Nobel da Paz “pede sempre benção a Moro”, relatam advogados

Responsável pelas decisões sobre a custódia do ex-presidente Lula, a juíza Carolina Moura Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, é tida rígida por advogados cujos clientes foram presos na Operação Lava Jato.




Juíza federal desde 2011, Carolina negou a visita de governadores ao ex-presidente na última terça-feira.
A Justiça Federal do Paraná informou que ela não fala com a imprensa.




A juíza em questão adotou como prática medidas ao gosto dos inimigos do ex-presidente Lula, produzindo material para a mídia exercitar o sadismo antipetista, como impedir visitas ao ex-presidente, que já se recente da internação em uma cela “solitária”.

Em caso recente, a juíza impediu visita do ativista argentino de direitos humanos e Prêmio Nobel da Paz Adolfo Pérez Esquivel, que não foi autorizado a visitar o ex-presidente Lula

Carolina tem tomado decisões em lugar do juiz titular da execução penal de Lula, Danilo Pereira Júnior, titular da 12ª Vara, constantemente convocado para assumir outras funções no Judiciário. Carolina tem assumido em vários momentos o dia a dia da execução penal de pessoas condenadas na Lava Jato.

Segundo uma advogada que tem um cliente preso na Lava Jato e que falou à imprensa sob condição de anonimato, é comum que, antes de a juíza Carolina Lebbos tomar decisões sobre a execução das penas, envie ofícios ao juiz Sergio Moro para que ele se manifeste sobre os casos.

Relacionadas

“Ela pede muito a bênção do Moro”, disse a advogada.

Além da rigidez e dos pedidos de benção a Moro, Carolina quer atuar incógnita. Como exemplo disso, não tem perfis em redes sociais e nem mesmo servidores da Justiça Federal conhecem seu rosto.

Antes de chegar à 12ª Vara Federal de Curitiba, Carolina Moura Lebbos trabalhou como juíza federal em Mafra, no interior de Santa Catarina. Formou-se em Direito pela UFPR (Universidade Federal do Paraná).

CLICK POLÍTICA com informações de blog da cidadania

você pode gostar também Mais do autor