Nassif: inércia sempre foi a maneira de Carmen agir; CONFIRA AQUI!

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O jornalista Luis Nassif afirma que a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, é “pos-doutorada na técnica da tergiversação”.

“A inércia sempre foi a maneira de Carmen Lúcia agir. Teve em suas mãos a decisão sobre as “pipelines”, a jogada dos laboratórios internacionais de renovar patentes já vencidas. Se aceitasse a tese da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PDFC) e não reconhecesse as patentes, haveria um amplo impacto sobre o custo dos medicamentos para o SUS. Como não se submete a pressões, Carmen Lúcia não disse sim, nem não: engavetou a ação. Engavetando disse SIM aos grandes laboratórios sem precisar dizer NÃO ao SUS”, diz ela.

Segundo Nassif, Carmen Lúcia é do tipo mais comum de pessoa: a que não se dobra às pressões dos mais fracos. “Da parte de Lula, a pressão maior é solicitar direitos concedidos a qualquer pessoa. Da parte contrária a Lula, a pressão maior é expor os pontos fracos da Ministra à opinião pública, valendo-se dos expedientes conhecidos de taxar qualquer crítica ao arbítrio como concessão à corrupção. Ou relembrando os macaquinhos guardados no sótão de Carminha”, diz ele.

“Assim, a brava Carmen Lúcia se dobra à pressão do mais forte, não se dobrando à pressão do mais fraco. Transformou o recuo em relação ao mais forte com um grito retumbante de independência em relação ao mais fraco”, afirma.

Leia na íntegra a análise no Jornal GGN.

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